
quinta-feira, 29 de abril de 2010
O desafio do crescimento inclusivo
Vivemos tempos muito difíceis: económica, social e politicamente. O “rating” português voltou a descer. O cumprimento do PEC é incontornável. O desemprego mantém-se a um nível demasiado elevado. As greves sucedem-se.
Perante este cenário preocupante, em que as questiúnculas políticas não têm ajudado, é imperioso encontrar respostas convincentes para a questão que se impõe: o que fazer?
Saliento o recente sinal político positivo que foi dado aos Portugueses: a concertação de esforços entre o Primeiro-Ministro José Sócrates, e o novo líder do PSD, Pedro Passos Coelho.
Não há dúvida que Portugal precisa de unidade e credibilidade para enfrentar os exigentes desafios com os quais está confrontado, em especial o desafio do crescimento inclusivo.
Portugal precisa consolidar as contas públicas, crescer economicamente, combater o desemprego, criar emprego, sem deixar de fora nenhuma franja da sociedade, aproveitando o efeito de alavanca do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social.
Portugal precisa de crescimento económico e de paz social.
Perante este cenário preocupante, em que as questiúnculas políticas não têm ajudado, é imperioso encontrar respostas convincentes para a questão que se impõe: o que fazer?
Saliento o recente sinal político positivo que foi dado aos Portugueses: a concertação de esforços entre o Primeiro-Ministro José Sócrates, e o novo líder do PSD, Pedro Passos Coelho.
Não há dúvida que Portugal precisa de unidade e credibilidade para enfrentar os exigentes desafios com os quais está confrontado, em especial o desafio do crescimento inclusivo.
Portugal precisa consolidar as contas públicas, crescer economicamente, combater o desemprego, criar emprego, sem deixar de fora nenhuma franja da sociedade, aproveitando o efeito de alavanca do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social.
Portugal precisa de crescimento económico e de paz social.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Exposição de Pintura CNAP
terça-feira, 27 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Exposição Colectiva de Pintura do CNAP
O Círculo Nacional d’ Arte e Poesia e a Junta de Freguesia da Penha de França têm a honra de convidar V. Exª. para a inauguração desta Exposição Colectiva, que se realiza no dia 30 de Abril, pelas 18h00.
Exposição patente ao público até dia 31 de Maio, de segunda a sexta-feira, das 15h às 21h00 e Sábado das 14h às 19h00.
Alguns dos artistas: V. Hugo, Natália Ferreira, Fernanda de Carvalho, Ivone de Azevedo, Elmanu, Margarida Dias, Engrácia Correia, Amadeu Afonso, Aníbal Coelho, entre outros.
Local: Espaço Multiusos
Av. Coronel Eduardo Galhardo
(Por baixo do viaduto da Av. General Roçadas)
Exposição patente ao público até dia 31 de Maio, de segunda a sexta-feira, das 15h às 21h00 e Sábado das 14h às 19h00.
Alguns dos artistas: V. Hugo, Natália Ferreira, Fernanda de Carvalho, Ivone de Azevedo, Elmanu, Margarida Dias, Engrácia Correia, Amadeu Afonso, Aníbal Coelho, entre outros.
Local: Espaço Multiusos
Av. Coronel Eduardo Galhardo
(Por baixo do viaduto da Av. General Roçadas)
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Viva a Liberdade

Ser livre é viver e deixar viver sem medo
Ser livre é sonhar e partilhar os sonhos sem limites
Ser livre é amar e ser amado sem tabus
Ser livre é ser pela igualdade sem fronteiras
Ser livre é opinar e respeitar opiniões sem barreiras
Ser livre é defender o que se acredita sem desistir
Ser livre é rir de si próprio sem maneiras
Ser livre é construir o amanhã com esperança.
Ser livre é sonhar e partilhar os sonhos sem limites
Ser livre é amar e ser amado sem tabus
Ser livre é ser pela igualdade sem fronteiras
Ser livre é opinar e respeitar opiniões sem barreiras
Ser livre é defender o que se acredita sem desistir
Ser livre é rir de si próprio sem maneiras
Ser livre é construir o amanhã com esperança.
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Os livros que li este fim-de-semana

Antes de ser feliz (novela), de Patrícia Reis
“Meu amor, é longa a história, eu sei. Quando chegares, cá estarei e não contes com o meu silêncio, a porta está aberta e serei imprevisível. Ando a treinar. E sei ao que vou. Não serei o mesmo e, apesar disso, serei eu. Aquele que tu escolheste quando entraste na sala de aula, tão pequenina, aquele ao lado de quem te sentaste. Sou ainda o teu estrangeiro mais íntimo e, mesmo que tenham passado por ti outros tantos, serei sempre o teu primeiro homem”.
“Meu amor, é longa a história, eu sei. Quando chegares, cá estarei e não contes com o meu silêncio, a porta está aberta e serei imprevisível. Ando a treinar. E sei ao que vou. Não serei o mesmo e, apesar disso, serei eu. Aquele que tu escolheste quando entraste na sala de aula, tão pequenina, aquele ao lado de quem te sentaste. Sou ainda o teu estrangeiro mais íntimo e, mesmo que tenham passado por ti outros tantos, serei sempre o teu primeiro homem”.

Estou escondido na cor amarga do fim da tarde (poesia), de valter hugo mãe
“não faço qualquer ruído ao ler estas
palavras. busco o silêncio agora, enquanto
o espectro da morte ilumina o meu caminho
e não tenho para fazer algo que lhe
seja mais parecido. colaboro. já o sol
se esgota na minha cabeça e os
dias não são mais que a intermitência
com que abro e fecho os olhos”.
“não faço qualquer ruído ao ler estas
palavras. busco o silêncio agora, enquanto
o espectro da morte ilumina o meu caminho
e não tenho para fazer algo que lhe
seja mais parecido. colaboro. já o sol
se esgota na minha cabeça e os
dias não são mais que a intermitência
com que abro e fecho os olhos”.
sábado, 17 de abril de 2010
O miúdo que pregava pregos numa tábua – novo livro de Manuel Alegre

“Entretanto o miúdo cresceu, quer seja o que pregava pregos muito direitos numa tábua, quer o que engoliu os comprimidos do avô, quer o que se rebelou contra a humilhação das mangas curtas, quer os outros todos ou eu próprio, que não sei se fui cada um deles menos um, este que conta e tem tendência ora a efabular ora a querer ser tão verdadeiro que põe em dúvida o que de facto foi e até de si mesmo suspeita. Seja ele quem for, o certo é que o miúdo cresceu. E agora está aqui (mas ainda será ele?) a ver se consegue escrever um livro, sem saber o quê nem como. Pois que outro livro pode escrever-se? Vida de tantas vidas na tão curta vida”.
Fonte: http://www.dquixote.pt/
Fonte: http://www.dquixote.pt/
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
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