sexta-feira, 27 de junho de 2008

Blog de férias até 16 de Julho


“Palavras Criativas” entra hoje de férias e regressa no dia 16 de Julho.
Até breve!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Festival Sete Sóis Sete Luas


A XVI edição decorre de 27 de Junho a 29 de Agosto, às sextas-feiras, pelas 22H00, na Fábrica da Pólvora de Barcarena (Pátio do Enxugo).
A entrada é livre.

Para aceder ao Programa, consulte o site da Câmara Municipal de Oeiras
http://www.cm-oeiras.pt/

quarta-feira, 25 de junho de 2008



Rende-te a mim
De que vale lutar
Contra ti próprio?

Devolve-me a minha vida
Quero regressar a mim.

A Outra

Olhas para mim mas não sou eu
Eu sou a outra
Aquela que não vês por mais que olhes.

“Palavras Criativas” faz hoje dois meses


Tenho vivido intensamente estes dois meses de “criatividade partilhada”.
Obrigada por me acompanhar nesta aventura de palavras e não só!
Conto consigo. Hoje e sempre.

terça-feira, 24 de junho de 2008


Não digas nada
De ti, não quero palavras
Só o som do silêncio.

“Como fazer coisas com palavras”


No papel de um conferencista sério que disserta sobre filosofia da linguagem, Ricardo Araújo Pereira estreia-se a solo, no dia 27 de Junho, no Teatro São Luiz.

O espectáculo teatral “Como fazer coisas com palavras” vai estar em cena até 5 de Julho.

Para saber mais, consulte o site do Teatro Municipal São Luiz http://www.teatrosaoluiz.egeac.pt/DesktopDefault.aspx

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Recomeçar a Sonhar *

Estava no topo de uma montanha verde, entre o céu e o mar, pronta a atirar-me sem medo para o azul. Sentia-me livre para iniciar o voo naquela imensa tela azul. Simplesmente voar sem limites espaciais nem temporais. Empreender uma viagem que começava ali mas não sei onde nem quando terminava. Subitamente acordei. O meu sonho, o mais belo, o mais perfeito foi abruptamente interrompido por vozes que insistentemente repetiam: não sabes voar. Ao ritmo destas vozes a ecoar na minha cabeça, o meu sonho fugia-me como a água escapa por entre os dedos de uma mão. A minha primeira reacção foi ir atrás dele. Correr atrás do sonho, na esperança de poder retomar o sonho exactamente no ponto onde havia parado, no sopé da montanha verde pronta a mergulhar no azul, entre o mar e o céu, mas não consegui. Sentia-me vulnerável, impotente por não ser capaz de alcançar o sonho. Na noite a seguir voltei a tentar mas também não consegui repetir o sonho. Nas noites seguintes apesar da minha insistência, acontecia-me sempre o mesmo: o sonho escapava-me. Acabou por se tornar uma obsessão, agarrar aquele sonho para poder sonhá-lo até ao fim. No entanto, era inútil. Não sei explicar porquê mas aquele sonho, o mais belo, o mais perfeito, já não estava ao meu alcance. Inacessível. Inatingível. Foi então que desisti de tentar. Abdiquei do sonho. Decidi parar de sonhar. Uma vez que não podia sonhar o sonho mais belo, mais perfeito, mais poético, então não valia a pena sonhar. Prometi a mim mesma que a partir daquele dia não voltaria a sonhar. Estava decidida a cumprir a minha promessa. A combater com todas as minhas forças toda e qualquer ameaça de sonho. Rodeei-me de um exército de vozes que me protegerem dos sonhos. Cumpri tão escrupulosamente a minha promessa que estou convencida que mesmo que tentasse, já não saberia sonhar. Essa perspectiva de imunidade total ao sonho assustou-me. Fez-me perceber que sem sonhos, a minha vida já não faz sentido. Sonhar faz-me falta. Sinto-me incompleta sem a minha capacidade para acreditar. Quero sonhar outra vez. Quero acreditar que é possível voar. Foi então que o céu se encheu de lua. As vozes subitamente calaram-se e deram espaço ao silêncio. E naturalmente recomecei a sonhar. Confiante, atirei-me do topo da montanha verde para a enorme tela azul, entre o céu e o mar, e comecei a voar. O meu sonho, o mais belo, o mais perfeito, o mais poético estava agora ao meu alcance.
* Texto enviado à Cais Letras (Recomeçar).

Auto-questionar


Porquê que somos uma fonte inesgotável de perguntas para as quais frequentemente não temos respostas?

Que fazer?
Procurar as respostas eternamente? Mas nós não somos eternos.
Parar de nos interrogarmos constantemente e pura e simplesmente vivermos?

domingo, 22 de junho de 2008

Festival Ondas de Contos, 27 de Junho


Na Praia da Torre, em Oeiras, às 21h.
“Traga um casaco e um amigo, uma toalha para se sentar e deixe-se embalar pelas ondas do mar…”

Mundo aos pares

Viver é estar em comunhão com o mundo.
Para tal é fundamental estar em harmonia connosco próprios, porque esse é o ponto de partida. E não é fácil, porque é preciso assumirmo-nos, aceitarmo-nos como somos, desde as nossas virtudes às nossas frustrações.
Na minha opinião Deus ou seja lá quem for que tenha criado o mundo, desafia os Seres Humanos a entreajudarem-se nesse difícil processo criativo de descoberta, compreensão e assumpção de si mesmos. E para tornar as coisas mais simples: um Homem/Mulher para um Homem/Mulher.
Para que haja uma verdadeira fusão, porque só essa fusão permitirá uma relação intensamente recíproca, que por sua vez levará a um estádio de entendimento mútuo e assim sucessivamente entre outro par.
Desta forma, digamos que aos pares, os Homens e as Mulheres vão conseguindo construir e transformar a sua própria história individual mas sempre com o concurso de uma outra pessoa, que ao ajudar é também ajudada, que ao ensinar também aprende.
Esta dialéctica dos pares facilitará o seu relacionamento com o mundo e permitir-lhes-á atingir a harmonia desejada. E para que tudo não se processe de uma forma demasiado mecânica, o elo criado entre ambos é o Amor.

O amor para além das palavras

As palavras tornam-se insuficientes quando o Ser Humano se desafia na descoberta do Outro.
E isto porque o domínio do Falado, por si só, não cobre o vasto campo de riqueza das sensações que perpassam o Ser Humano ao longo da sua existência, principalmente no tocante às questões do Amor.
O domínio do Não Falado assume aqui extrema importância, na medida em que, permite um alargamento do espaço de revelação do corpo e da alma.
O Amor é assim, expresso sobretudo através do silêncio, dos gestos, do olhar, do toque, do pulsar descompensado do coração.

sábado, 21 de junho de 2008

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Ciclo de Cinema “Viagens no Oriente”

Decorre de 18 de Junho a 27 de Julho (às 18h), no Auditório do Museu do Oriente.

Co-produção: Fundação Oriente Museu / Zero em Comportamento
Preço: 3 €

Aceda ao Programa:
http://www.museudooriente.pt/324/ciclo-viagens-no-oriente.htm

Protecção


Petição apela à escolha de pelo menos uma mulher para um dos cargos da União Europeia, objecto de nomeação em 2009

Os subscritores da petição, que pretendem ver mais mulheres na liderança europeia, defendem que “É tempo de mudar".
"Os lugares internacionais de mais alto nível deveriam ser sempre ocupados pelo candidato mais competente. Há 250 milhões de mulheres na UE. Não deverá ser difícil encontrar candidatas qualificadas entre elas".

Eu já assinei a petição http://www.femalesinfront.eu/default.asp?view=front&lang=gb

Comemorações do Dia Mundial dos Refugiados, 20 de Junho


Feira Intercultural’ 08 (20 e 21 de Junho)
Jardim Público (Bairro dos Telefones, Bobadela)
Auditório Ângelo Vidal D’Almeida Ribeiro

Gala Dia Mundial do Refugiado (20 de Junho às 21h)
Auditório Ângelo Vidal D’Almeida Ribeiro
Centro de Acolhimento para Refugiados
Noite Cultural apresentada por Sílvia Alberto, com a presença de:
RefugiActo,
Paulo de Carvalho,
Celina Pereira,
João Afonso,
Mónica Sintra e
Dani Silva.

Mais informações no site do Conselho Português para os Refugiados
http://www.cpr.pt/

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Liberte a poesia que há em si


12ª. Edição do Concurso Literário “Dar Voz à Poesia”


Esta iniciativa tem como objectivos:
- Envolver as comunidades escolares numa actividade artística e lúdica,
- Motivar para a prática da escrita expressiva e criativa,
- Incentivar o gosto pela leitura e pelos livros,
- Dar a conhecer a produção poética das comunidades escolares,
- Promover a auto-estima dos alunos,
- Incentivar o aparecimento de novos valores no campo da poesia,
- Perspectivar a produção do texto em poesia como actividade acessível a todos, passível de ser reconhecida e valorizada.

Para aceder à lista de premiados, consultar o site http://www.juliodinis.edu.pt/voz_poesia_2008.htm

No cemitério de palavras
Busco a alma das palavras perdidas.
O que está por detrás de cada palavra enterrada?
Dita ou nunca pronunciada
A marca da palavra
Perdura no tempo
Como uma pegada na areia.

Exposição de José Saramago - A consistência dos sonhos


Galeria de Pintura do Rei D. Luís I

Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa

24 de Abril a 27 de Julho de 2008

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Mariza - Primeiro Concerto da Tour "TERRA"


Início da nova digressão mundial para apresentação do novo disco TERRA:
Santarém, 21 de Junho, 21h30, no Monumental Celestino da Graça

Para saber mais sobre a fadista, consulte o site oficial de Mariza http://www.mariza.com/

Sócrates, o Menino de Ouro do PS


A primeira biografia do actual primeiro-ministro, José Sócrates da autoria de Eduarda Maio já está nas bancas.
Na Introdução do livro, a jornalista refere que teve oportunidade de conversar com o primeiro-ministro: Naquelas conversas fui à procura de “impressões de viagem” deixadas pelo seu percurso político, de marcas dessas batalhas, de romper para lá das respostas calejadas pelo uso demasiado que Sócrates lhes deu, treinadas pela repetição constante das mesmas perguntas. Queria ver para dentro dessas respostas que já conhecia de cor pelo excesso de entrevistas suas que lera. Procurava-lhe o alento, o espírito, o génio, a índole. Queria ver-lhe a alma de político, creio eu, encontrar-me com o que o move. Pergunta o leitor se o descobri? Não sei. Mas a viagem também me deixou impressões e uma parte delas fica neste livro.
Para saber mais, consulte o site da editora A Esfera dos Livros
http://www.esferadoslivros.pt/livros.php?id_li=107

Acende a luz
Teima em estar apagada cá dentro.
Não quero mais escuridão
Acende a luz da esperança
Não quero mais solidão.

Barrigas de Amor 2008

6 de Julho
Parque dos Poetas em Oeiras
A festa da natalidade!
Para conhecer melhor esta iniciativa, que já vai na 2ª edição, consulte o site http://www.barrigasdeamor.com/

Novo website da Casa Fernando Pessoa

http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/

Devolve-me a magia que outrora senti.
Devolve-me a felicidade que já esqueci.
Devolve-me a esperança que entretanto perdi.
Dei-te tudo e tu nada me deste.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Programa Gulbenkian “Distância e Proximidade” (Junho a Outubro 2008)

Neste ano do diálogo intercultural, o Programa Gulbenkian “Distância e Proximidade” tem como objectivo criar um espaço de discussão pública sobre a Interculturalidade, através de um conjunto de iniciativas (concertos, cinema ao ar livre e conferências) que têm início este mês e se prolongam até Outubro.

21 de Junho, Sábado, a partir das 9h
Instalação de toldos no Jardim Gulbenkian

21 de Junho, Sábado, 21h30
22 de Junho, Domingo, 19h30
Orquestra Gulbenkian no Anfiteatro ao ar livre
Muhai Tang, Maestro

Para aceder à programação completa http://www.gulbenkian.pt/index.php?section=19&artId=592
Vãs quimeras
Sonhos desfeitos
Delírios sem sentido

Nada é real, só a miragem de ti.

Qual é o caminho para a felicidade?

Inventei-te mas não és meu.

Semeei perfeição
E colhi desilusão.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Ondjaki vence Grande Prémio de Conto “Camilo Castelo Branco”


O Grande Prémio de Conto "Camilo Castelo Branco" 2007 foi atribuído ao escritor angolano Ondjaki pelo seu livro "Os da Minha Rua", anunciou hoje a Associação Portuguesa de Escritores.

Eu e tu


Entre o mar e o céu
Num lugar incerto
As ondas vieram beijar-nos os pés
O sol inundou-nos de luz
Estás aqui amor
Perto de mim.

Entre o mar e o céu
Num lugar incerto
A lua nos nossos olhos
As estrelas a iluminar o nosso caminho
Estou aqui amor
Junto a ti.

Entre o mar e o céu
Num lugar incerto
A água murmura poesia
As nuvens cobrem-nos de sonhos
Tu e eu aqui
Entre o mar e o céu
Num lugar incerto
Trocamos rosas de fogo.
Porquê esta absurda vontade de ser lua?
Porquê esta fantasia delirante de ser tua?
Tudo é decepção.

domingo, 15 de junho de 2008

Não há amor

Não há amor
Na frieza do olhar escondido
Por mãos vazias
Não há amor
Na dureza da palavra perdida
Na memória esquecida
Não há amor
Na delicadeza do beijo liberto
Por um coração distante
Não há amor
Na pureza do gesto disfarçado
Pela ausência de emoção
Não há amor
Na beleza triste mergulhada
No canto da sereia
Não há amor
Na leveza da carícia solta
Pela indiferença do desejo.
Ó meu amor
Neste lamento
De te querer
Este pecado
Loucura de estar
Todo o momento
Perto de ti.

Ó meu amor
Quero amar-te
Para além do sonho
Vem aninhar-te
Nos meus braços
E sente o calor
Dos meus beijos.

Tratado de Lisboa chumbado pelos Irlandeses


120 anos do nascimento de Fernando Pessoa celebrados a 13 de Junho


Fernando Pessoa nasceu em Lisboa no dia 13 de Junho de 1888.
Para saber mais, consulte o blog da Casa Fernando Pessoa em http://mundopessoa.blogs.sapo.pt/

Sou água e queria tanto ser nuvem
Sou vento e queria tanto ser tempestade
Sou verso e queria tanto ser soneto
Sou sombra e queria tanto ser eu.

O nosso amor vive na memória do meu corpo e da minha alma
Deixou em mim marcas profundas de felicidade e também de dor.

A amargura de não te ter e a mágoa por não ser tua
Não desvanecem com o tempo.

Porquê que o nosso amor não envelhece?

sexta-feira, 13 de junho de 2008


O amor resiste a tudo até à saudade
O amor alimenta-se de verdade
O amor permanece
Para além do tempo e do espaço.
Dizem que o amor tudo vence
Também acreditei
Mas a mim
O amor venceu-me.

quarta-feira, 11 de junho de 2008


Porquê que te amo?
Não sei explicar.
Sinto que te amo
E que não importa a razão.
Para mim o amor é
Liberdade
Esperança
Paz
Sofrimento
Para mim o amor és tu.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

A propósito do Dia de Portugal, 10 de Junho


As palavras têm o poder de ferir
E o condão de curar.
As palavras têm o poder de seduzir
E a capacidade de trair.
As palavras têm força
Mesmo quando estão caladas.

domingo, 8 de junho de 2008

Quero caminhar em frente

Já que não vens comigo

Deixa-me caminhar

Sem olhar para trás.

Como se envelhece em Portugal?


A 16 de Junho, das 10h às 17h30 na Fundação Calouste Gulbenkian (Auditório 2).

Entrada livre.

Para saber mais, consulte o site da Fundação Calouste Gulbenkian
http://www.gulbenkian.pt/index.php?object=160&article_id=586

Não me peças para te esquecer.

Abandona tu o meu sentir

Sai tu do meu pensamento

Desiste tu de mim.

Eu não sou capaz de te apagar.

sábado, 7 de junho de 2008

Adeus Yves Saint Laurent


YSL disse um dia: “A roupa mais bonita para vestir uma mulher são os braços do homem que ela ama. Para as que não tiveram essa felicidade, eu estou aqui”.
Faleceu no dia 1 de Junho, aos 71 anos, um dos maiores criadores de moda de sempre.


Vem saciar a minha fome


Não aceito migalhas


Quero-te


Só para mim.

Barack Obama pode vir a ser o primeiro presidente negro dos EUA


Barack Hussein Obama, Jr.
Nascimento: Honolulu (Havai) 4 de Agosto de 1961
Partido Político: Partido Democrata
Para saber mais sobre Barack Obama, visite o site oficial do candidato à presidência dos EUA http://www.barackobama.com/index.php

Hoje Dia do Município de Oeiras, 7 de Junho


249º aniversário do Município de Oeiras.
Para saber mais, consulte o site da Câmara Municipal de Oeiras
http://www.cm-oeiras.pt/
Olho a ondulação do mar, na boca sinto ainda o sal dos nossos beijos, a voz da saudade fala-me das nossas carícias na areia molhada…fazes-me falta.

Quem não derramou uma lágrima não sofreu
Quem não sofreu nunca amou
Quem nunca amou nem sequer viveu.

sexta-feira, 6 de junho de 2008


Paz podre

De olhos fechados
Finges que não vês
A pobreza no meio da rua
Em cada esquina a solidão.

De olhos fechados
Finges que não vês
O olhar desabitado de amor
No rosto sulcado pelo sofrimento.

De olhos fechados
Finges que não vês
O luto carregado do poeta
Esvaziado de sonhos.

De olhos fechados
Finges que não vês
A dura desilusão
Da esperança desvanecida.

Abre os olhos
Pára de fingir que não vês.
O amor não se explica, o amor sente-se.
O amor não se aprende, o amor acontece.
O amor não se lamenta, o amor vive-se.
O amor não se esconde, o amor enaltece.

quinta-feira, 5 de junho de 2008


Como é que o céu
Brilha sem estrelas?

Como é que a semente
Germina sem água?

Como é que a árvore
Cresce sem terra?

Como é que eu
Vivo sem ti?

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Festas de Oeiras 2008

De 31 de Maio a 15 de Junho. Divirta-se nas Festas de Oeiras.
Para saber mais, consulte o site da Câmara Municipal de Oeiras http://www.cm-oeiras.pt/

Sem ti sou água, não sou mar
Sem ti sou pétala, não sou flor
Sem ti sou asa, não sou pássaro
Sem ti sou verso, não sou poema
Sem ti não chego a ser.

terça-feira, 3 de junho de 2008

O Endireita, de Edson Athayde


Exclusivamente acessível online, o novo livro do publicitário Edson Athayde chama-se “O Endireita”. São 14 contos, com prefácio de Francisco Pinto Balsemão.
Este livro, publicado segundo as regras do novo acordo ortográfico, está disponível exclusivamente em: http://www.oendireita.com/
Boa leitura!

Sem ti não vivo
Sonho
E enquanto sonho, vivo.

segunda-feira, 2 de junho de 2008