Inclui entrevista aqui reproduzida:
«Sobre Mónica Cunha
Mónica Godinho Cunha nasceu em Cabo-Verde, no dia 24 de Junho de 1972 e vive em Portugal desde os dois anos de idade.
Autora do livro de contos “CONTOS DE DESENCONTROS”, edição de Chiado Editora. Participou na “X Antologia do Círculo Nacional D’ Arte e Poesia” (2009) e nas Antologias “Amar o Próximo” (2008) da Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM) e do “Prémio Literário Valdeck Almeida de Jesus” (2008).
Mónica Cunha é licenciada em Relações Internacionais e pós-graduada em Estudos Europeus e Comunicação Estratégica e Assessoria Mediática.
Desde cedo se interessou pela escrita e artes plásticas. Foi colaboradora do DN Jovem e é autora do blogue “Palavras Criativas”: http://palavrascriativas.blogspot.com/
É sócia do Círculo Nacional D’ Arte e Poesia.
Mónica Cunha declara: “A poesia para mim é luz, é vida”.
Obteve o 1º Prémio no primeiro concurso de poesia da Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM).
Quanto à Literatura tem preferência pelos poetas Fernando Pessoa , Mário de Sá-Carneiro, Eugénio de Andrade e Florbela Espanca e pelos escritores portugueses Vergílio Ferreira e José Saramago e estrangeiros Mia Couto, Luís Sepúlveda e Gabriel Garcia Marquez. E “O Principezinho”, de Saint-Exupéry, “Mensagem” de Fernando Pessoa, “Obra Poética” de Mário de Sá-Carneiro, “Matéria Solar” de Eugénio de Andrade, “Sonetos” de Florbela Espanca e “Madame Bovary” de Flaubert, foram os livros que mais a marcaram.
Mónica Cunha também gosta de escrever prosa e gosta de fotografia e faz ilustrações, que não são mais que colagens que resultam da mistura de papel e recortes de revistas.
Seu nome artístico é Vénus.
QUESTIONÁRIO:
“Como foi que lhe nasceu essa paixão pela Poesia?” – “Desde cedo gostei de ler poesia e escrever poemas”.
“Quais as Correntes Literárias que mais a fascinam?” - “Modernismo e Impressionismo".
“Quando é que sente inspiração para escrever Poesia?” – “Surge de repente”.
“Tem algum livro em preparação?” – “Algumas ideias…”
“Já foi a algum programa televisivo?” – “Apenas como espectadora, assisti ao vivo aos programas “Chuva de Estrelas” e “5 para a meia-noite”.
“Quais são as suas fontes de inspiração?” – “Depende. Tanto a música como o silêncio “despertam-me” a criatividade”.
“Que mensagem pretende dar através da sua poesia?” – “Uma mensagem de esperança”.
“Não acha que a Poesia e a Literatura estão mal divulgadas cá em Portugal? Se está de acordo, que se deveria fazer para maior divulgação?” – “Sim, concordo. Promover novos talentos.
“Tem alguma coisa a acrescentar?” – “Agradeço o gesto e deixo a seguinte mensagem: “a poesia realça a beleza das palavras”.
Mónica Cunha poetisa “humanista”, cheia de criatividade».

MARIA OLÍVIA DINIZ SAMPAIO
«Sobre Mónica Cunha
Mónica Godinho Cunha nasceu em Cabo-Verde, no dia 24 de Junho de 1972 e vive em Portugal desde os dois anos de idade.
Autora do livro de contos “CONTOS DE DESENCONTROS”, edição de Chiado Editora. Participou na “X Antologia do Círculo Nacional D’ Arte e Poesia” (2009) e nas Antologias “Amar o Próximo” (2008) da Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM) e do “Prémio Literário Valdeck Almeida de Jesus” (2008).
Mónica Cunha é licenciada em Relações Internacionais e pós-graduada em Estudos Europeus e Comunicação Estratégica e Assessoria Mediática.
Desde cedo se interessou pela escrita e artes plásticas. Foi colaboradora do DN Jovem e é autora do blogue “Palavras Criativas”: http://palavrascriativas.blogspot.com/
É sócia do Círculo Nacional D’ Arte e Poesia.
Mónica Cunha declara: “A poesia para mim é luz, é vida”.
Obteve o 1º Prémio no primeiro concurso de poesia da Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM).
Quanto à Literatura tem preferência pelos poetas Fernando Pessoa , Mário de Sá-Carneiro, Eugénio de Andrade e Florbela Espanca e pelos escritores portugueses Vergílio Ferreira e José Saramago e estrangeiros Mia Couto, Luís Sepúlveda e Gabriel Garcia Marquez. E “O Principezinho”, de Saint-Exupéry, “Mensagem” de Fernando Pessoa, “Obra Poética” de Mário de Sá-Carneiro, “Matéria Solar” de Eugénio de Andrade, “Sonetos” de Florbela Espanca e “Madame Bovary” de Flaubert, foram os livros que mais a marcaram.
Mónica Cunha também gosta de escrever prosa e gosta de fotografia e faz ilustrações, que não são mais que colagens que resultam da mistura de papel e recortes de revistas.
Seu nome artístico é Vénus.
QUESTIONÁRIO:
“Como foi que lhe nasceu essa paixão pela Poesia?” – “Desde cedo gostei de ler poesia e escrever poemas”.
“Quais as Correntes Literárias que mais a fascinam?” - “Modernismo e Impressionismo".
“Quando é que sente inspiração para escrever Poesia?” – “Surge de repente”.
“Tem algum livro em preparação?” – “Algumas ideias…”
“Já foi a algum programa televisivo?” – “Apenas como espectadora, assisti ao vivo aos programas “Chuva de Estrelas” e “5 para a meia-noite”.
“Quais são as suas fontes de inspiração?” – “Depende. Tanto a música como o silêncio “despertam-me” a criatividade”.
“Que mensagem pretende dar através da sua poesia?” – “Uma mensagem de esperança”.
“Não acha que a Poesia e a Literatura estão mal divulgadas cá em Portugal? Se está de acordo, que se deveria fazer para maior divulgação?” – “Sim, concordo. Promover novos talentos.
“Tem alguma coisa a acrescentar?” – “Agradeço o gesto e deixo a seguinte mensagem: “a poesia realça a beleza das palavras”.
Mónica Cunha poetisa “humanista”, cheia de criatividade».
MARIA OLÍVIA DINIZ SAMPAIO
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