
Antes de ser feliz (novela), de Patrícia Reis
“Meu amor, é longa a história, eu sei. Quando chegares, cá estarei e não contes com o meu silêncio, a porta está aberta e serei imprevisível. Ando a treinar. E sei ao que vou. Não serei o mesmo e, apesar disso, serei eu. Aquele que tu escolheste quando entraste na sala de aula, tão pequenina, aquele ao lado de quem te sentaste. Sou ainda o teu estrangeiro mais íntimo e, mesmo que tenham passado por ti outros tantos, serei sempre o teu primeiro homem”.
“Meu amor, é longa a história, eu sei. Quando chegares, cá estarei e não contes com o meu silêncio, a porta está aberta e serei imprevisível. Ando a treinar. E sei ao que vou. Não serei o mesmo e, apesar disso, serei eu. Aquele que tu escolheste quando entraste na sala de aula, tão pequenina, aquele ao lado de quem te sentaste. Sou ainda o teu estrangeiro mais íntimo e, mesmo que tenham passado por ti outros tantos, serei sempre o teu primeiro homem”.

Estou escondido na cor amarga do fim da tarde (poesia), de valter hugo mãe
“não faço qualquer ruído ao ler estas
palavras. busco o silêncio agora, enquanto
o espectro da morte ilumina o meu caminho
e não tenho para fazer algo que lhe
seja mais parecido. colaboro. já o sol
se esgota na minha cabeça e os
dias não são mais que a intermitência
com que abro e fecho os olhos”.
“não faço qualquer ruído ao ler estas
palavras. busco o silêncio agora, enquanto
o espectro da morte ilumina o meu caminho
e não tenho para fazer algo que lhe
seja mais parecido. colaboro. já o sol
se esgota na minha cabeça e os
dias não são mais que a intermitência
com que abro e fecho os olhos”.
Sem comentários:
Enviar um comentário