sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Pausa natalícia



Até já!

Conselho da semana


Ofereça solidariedade.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Correntes d’Escritas 2010

XI Edição do Correntes d’ Escritas – Encontro de Escritores de Expressão Ibérica - que terá lugar entre 24 e 27 de Fevereiro de 2010.
Para aceder aos Regulamentos dos Concursos Literários, aqui

CAIS: 6ª. Edição do Pão de Todos, Para Todos


Tema: Cuidarei de Ti
De 11 a 17 de Dezembro, entre as 14h e as 22h, na Praça do Martim Moniz

11 Dez – 6ª. feira
17h00 – Inauguração
17h15 – “La cura” – Dança de interpretação do tema “Cuidarei de Ti”
17h30 – Corte do Pão de Portugal
17h45 - Largada de Balões
18h00 – Animação: Chapitô
19h00 – Concerto: TOY
21h00 – Concerto: Farra Fanfarra

12 Dez – Sábado
14h30 às 15h30 – Workshop: “Pão & Companhia” com Dina Oliveira
15h30 – Teatro
16h30 – Concerto: Projecto 12/15
17h30 – Concerto: Sons da Gente
19h00 – Concerto: Dêsso Blues Gang
21h00 – Concerto: Jazz sai à rua com “Nuno Costa Jazz Trio”

13 Dez – Domingo
14h30 às 15h30 – Workshop: “Pão & Companhia” com Dina Oliveira
17h00 – Teatro: Teatro Revista pela Academia de Santo Amaro
19h00 – Música & Dança: Magic Folk Pills – para bailar como se não houvesse amanhã
21h00 – Concerto: Fado com Mafalda Arnauth
14 Dez – 2ª feira
19h00 – Concerto: Roda de Choro de Lisboa
21h00 – Animação: DJ PP & Karaoke

15 Dez – 3ª. feira
21h00 – Concerto: ARSHA

16 Dez – 4ª. feira
19h00 – Danças Variadas com: Luís Marques & Paula Machado – Finalistas do concurso “Dança na Praça”
19h45 – Danças Variadas com Luís Marques & Paula Machado
21h00 – Teatro: “Os improváveis” – Teatro do Desporto

17 Dez – 5ª. feira
19h00 – Couple Coffee
20h00 – Bob The Rage Sense
21h00 – Dj Glue

Para inaugurar 2010 – Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social – a CAIS, em colaboração com outras Associações, vai organizar uma marcha da sociedade civil dia 17 de Dezembro, pelas 19h30 (encontro na Praça Luís de Camões).

PARTICIPE!

Vá ao Teatro

Em cena no Teatro D. Maria II, aqui

Em cena no Teatro Politeama, aqui

Em cena no Teatro Maria Matos, aqui

Em cena no Teatro Tivoli, aqui

Em cena no Teatro A Barraca, aqui

Em cena no Teatro Nacional S. Carlos, aqui

Em cena no Chapitô, aqui

Em cena no Teatro Infantil de Lisboa, aqui

Em cena no Teatro da Trindade, aqui

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Ilustrações

Check out this SlideShare Presentation:

Leio nos teus olhos o silêncio das palavras adormecidas no leito doce da poesia.

Prémio Literário Maria Ondina Braga 2011

Consulte o Regulamento, aqui

Prémio Literário Vergílio Ferreira 2010


Ensaio Literário – entrega de trabalhos até 31 de Dezembro de 2009.
Consulte o Regulamento, aqui
Acordou. Acordou com o sol a invadir-lhe o rosto. Acordou com vontade de abraçar o mundo e gritar “Amo-te”. Acordou leve e com o riso a escapar-lhe da boca. Acordou de um longo sono de espuma. Acordou mais forte que uma pluma. Acordou serena porque compreendeu que não estava sozinha. O sonho nos olhos e a esperança nas mãos indicavam-lhe o caminho da lua.

Dia Mundial para a Eliminação da Violência contra as Mulheres



Para saber mais, aqui

19 meses ao serviço da criatividade, 25 de Novembro


Livro "Dança dos Demónios: Intolerância em Portugal"

Para saber mais, consulte o site da Fundação Mário Soares, aqui

terça-feira, 24 de novembro de 2009

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

quarta-feira, 18 de novembro de 2009


Prémio Nacional de Poesia “Natércia Freire” 2009


Atribuído ao original “Bar La Fontaine”, de António de José Dias de Carvalho Neves Cabrita.


Mais informações, aqui

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Desemprego preocupante em Portugal

Taxa de Desemprego: 9,8%

Mais de 500 000 desempregados

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009


À conversa com...Luís Filipe Pereira



Entrevista divulgada no Facebook e no site Criar2009, via twitter.

Palavras Criativas entrevista...Luís Filipe Pereira (Poeta)


Palavras Criativas – Ser poeta é…


Luís Filipe Pereira – Por incapacidade minha em definir o ser poeta, ocorre-me o que Santo Agostinho afirmou sobre o tempo: «Se ninguém me perguntar eu sei, porém, se quiser explicar a quem me perguntar, já não sei» (Eclesiastes, XI, 14, 17). Ser poeta é, porventura, o respirar pela sístole e diástole das palavras e, assim, mergulhar no ondeante fluxo do dizer e do silêncio com o “pasmo essencial” (Alberto Caeiro), com o incontível espanto perante o mundo que, verso a verso, som a som, imagem a imagem, vai sendo transposto na linguagem poética. Ignorando o que seja o ser poeta, diria que o poema é a definição do que vejo (in A Tela do Mundo).

Palavras Criativas – Fale-nos do seu livro “A Tela do Mundo” (publicado em 2008)


Luís Filipe Pereira – O Livro A Tela do Mundo (com pintura original de Laura Cesana na capa e com Posfácio da Professora Doutora Isabel Clemente) tem como horizonte de fundo a concretização, no plano literário, de uma temática que, há muito, vem norteando as minhas investigações universitárias: o concerto das artes. Em A Tela do Mundo as linhas de flutuação, aquelas que geram as grandes harmonias e as incólumes descobertas, orientam-se à volta de três núcleos concêntricos, sobrepostos, em quiasma: poesia-pintura-filosofia. A ideia seminal do livro foi o ensaio expressivo de poetizar os sentires de um sujeito (o tal “fingidor” autobiografado por F. Pessoa) situado perante pinturas e ideias estéticas de alguns pintores, nacionais e estrangeiros, contemporâneos. Com a assunção de “alguns” está latente, de forma inevitável, uma corrente electiva, uma trajectória pautada por uma dupla limitação: a omissão de pintores e pinturas que não me fascinam menos do que as que funcionaram como alavanca dos poemas insertos no livro e o segmento de tempo da contemporaneidade. Em certo sentido, moveu-me a ideia de reinvenção do motivo clássico da Ekphrasis (modo de invasão do plástico pelo literário, de contaminação do poético pelo pictórico). Porém, ao longo do livro, em favor da autonomia de cada construção poética, jamais enveredei pela descrição de quadros ou de curvaturas picturais que pudessem desviar o olhar dos leitores para o valor (ou desvalor) dos poemas como objectos em si. Assim, não estamos ante poemas sobre quadros ou sobre determinados motivos figurais das pinturas e dos pintores invocados: este livro torna-se o lugar onde a emoção face aos quadros aparece, conquanto seja a palavra poética que desenha, configura, faz aparecer os seus próprios quadros poemáticos. Eis alguns exemplos de pintores de que partiram poemas deste meu livro: Vieira da Silva, Chagall, Hopper, Graça Morais, Frida Khalo, van Gogh, Lourdes Castro, Klee, Ilda’David, Magritte, João Vieira, entre outros.


Palavras Criativas – Partilhe uma história do seu álbum de memórias artísticas (por exemplo, quando conheceu António Ramos Rosa)


Luís Filipe Pereira – Sem dúvida um dos arremedos mais belos, esse para sempre intacto no meu álbum de memórias, foi o encontro com o meu Poeta de eleição António Ramos Rosa. As mãos do Poeta, o afecto do aperto de mão: a reversibilidade da mão tangível e da mão tocante, o encontro com os dedos que escreveram, entre tantos versos, “sou animal marinho de uma delícia verde”, entre tantos livros - que o tornaram, de facto e de direito, com Fernando Pessoa e Herberto Helder, um dos poetas mais marcantes do Séc. XX e uma voz imorredoura na literatura portuguesa e universal - “As Palavras”, “O sol é todo o Espaço”, “O Aprendiz Secreto”. No dia em que o conheci, no espaço privado da sua residência no Restelo, fui-lhe entregar, humílimo e deslumbrado, em primeira mão, a minha tese de mestrado em teoria da literatura – titulada “A Invenção do Espaço na Poética de António Ramos Rosa” – que, horas depois, entregaria na Universidade. Os olhos azuis, uma correnteza de água interminável, de A. R. Rosa a transmitirem-me, em transparente caleidoscópio, o espanto, a adolescência, a celebração sapientíssima da vida, o incondicional amor à palavra. A afectividade com que me recebeu; a mesa de trabalho do Poeta, livros sobre livros, páginas e páginas, a caligrafia do Poeta (a tinta, ainda no seu esplendor de seiva bruta derramando espaços sobre o branco das folhas; a lucidez vívida, a memória prodigiosa; as leituras de poemas seus, de poemas em francês que o poeta me ofereceu, o que falámos sobre poesia, sobre filosofia, centenas de desenhos, em especial de rostos femininos do Poeta. Tanto que guardo nesse álbum de memórias igual a um ponto geodésico no mapa dos meus afectos. Numa palavra, conhecer, estar com António Ramos Rosa é sentir-me próximo, dentro, da própria Poesia, a atestação suprema de uma sua afirmação: “o poeta é um ser com e para os outros”

Palavras Criativas – Obrigada por ter aceitado o desafio e deixe-nos uma mensagem poética

Luís Filipe Pereira – Grato pela gentileza deste desafio, partilho hic et nunc um verso meu (in A Tela do Mundo): à volta da lâmpada do poema/ sonham as estrelas a azul melancolia”.

Visite o blogue “Intertextualidades – Estou vivo e escrevo solhttp://lippepereira.blogspot.com/

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

1989 - 2009

20 anos da Queda do Muro de Berlim

QUERIA+ Nº. 3 / Novembro 2009













QUERIA+
Criatividade, Imaginação, Afecto
Para descobrir,
aqui

Escrever Escrever

Quintas-feiras dias 12, 19, 26 de Novembro e 3 de Dezembro das 19.30 às 22.00
Escrita de Humor «Quatro sessões para perceber os vários tipos de mecanismos que causam o riso no ser humano; saber reconhecer as especificidades dos vários tipos de humor e desenvolver ferramentas para criar situações humorísticas a partir e situações do quotidiano e da actualidade.»

Quartas-feiras dias 11, 18, 25 de Novembro e 2 de Dezembro das 19.30 às 22.00

Escrita Académica: construir o texto científico «Partilhar através de um artigo os dados científicos obtidos numa investigação é uma tarefa complexa. Neste curso, iremos partilhar algumas técnicas e ferramentas mais eficazes para a escrita de um texto científico completo e acessível. Assim, a selecção e aplicação da teoria pertinente, a exposição dos dados obtidos no terreno, a submissão do texto a um fio condutor coerente e o uso de uma linguagem simples mas adequada ao objecto em construção serão os componentes principais das várias sessões, tendo como objectivo estratégico a construção de uma capacidade textual científica elevada. Destina-se a cientistas e estudantes universitários de todas as disciplinas.»

Sábado dia 14 de Novembro 11.00 às 18.00

Escrita de videojogos «À medida que a indústria multi-bilionária dos videojogos continua a crescer, o público torna-se cada vez mais exigente no que diz respeito à envolvente narrativa e tratamento de personagens. Para garantir que os jogadores se deixam envolver pelo jogo, é necessário que o jogo conte uma história, uma excelente história que transporte o jogador para um estimulante mundo novo. Este curso é um bom ponto de partida para conseguirmos escrever essa história.»

Escrita policial « Raymond Chandler e Dashiell Hammett foram pioneiros da arte do policial "negro", ao violarem as fronteiras do género e ao explorarem novos temas e modos de escrever. O estilo literário a que deram origem rompeu com a ordem existente na altura aos níveis do conteúdo e da forma. Em relação ao primeiro, Chandler e Hammett trouxeram para o texto o homem comum e a vida na grande cidade capitalista, elegendo como temas fundamentais o Poder, a corrupção, a violência, os valores e a solidão. No que tem a ver com o segundo, consagraram a escrita seca e o diálogo directo, despojado de figuras de estilo ou de adornos estéticos. Numa frase, instituíram a crueza narrativa.»

Domingo dia 15 de Novembro 11.00 às 18.00

Biografia «Este curso destina-se a pessoas interessadas em escrever a sua biografia ou a biografia de outrem. Percorre os vários pontos-chave a não esquecer quando se organiza uma obra biográfica, explicita técnicas e orienta a narrativa de forma a que capte o mais autenticamente possível a personalidade central da descrição.»

http://www.escreverescrever.com/
Praça Luís de Camões, nº. 36 – 3º. Dto
Tel. 91 119 77 97 21 096 21 58

domingo, 8 de novembro de 2009












“Mas a força do carácter também se mede na maneira como se gerem as desilusões”.


Entrevista a António Vitorino in Expresso (Revista Única) de 7/11/09

Conselho da Semana




Não se leve demasiado a sério. Ria de si próprio.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

À conversa com Nuno Costa Santos


Divulgação da entrevista no Facebook e no site Criar 2009, via twitter.

Palavras Criativas entrevista…Nuno Costa Santos (guionista entre outras coisas)


Palavras Criativas - Explica lá o que é isso de ser "melancómico"?


Nuno Costa Santos - Ser melancómico é tentar aceitar a melancolia da vida (que existe, não me venham cá com branqueamentos de esquina) com algum humor e delírio. E também é um personagem. Um indivíduo que deambula pelo mundo de sacos de plástico na mão. Um pouco como nós todos - mesmo que enverguemos, de vez em quando, fatos Armani.


Palavras Criativas - Tal como prometido, tens feito muitos amigos enquanto "Provedor dos Leitores" da Revista Ler?


Nuno Costa Santos - Hummm...Tenho de ir consultar a minha caixa de correio a ver se já chegou a bomba-relógio de hoje.

Palavras Criativas - Quanto à Poesia, "Os dias não estão (mesmo) para isso" (título do livro)?

Nuno Costa Santos - Os dias não estão sobretudo para grandes perdas de tempo, penso. Se calhar sou só eu. Mas de facto deixei de ter grande pachorra para este frenesim histérico-mediático, feito quase sempre com as mesmas entediantes personagens. O essencial, como dizia o outro, é invisível para os olhos. E não aparece no telejornal.


Palavras Criativas - Desnuda-te numa história retirada do baú das sessões de escrita criativa


Nuno Costa Santos - Há sempre um momento constrangedor nas aulas de escrita criativa. Que acontece quando resolvo consultar a correspondência electrónica enquanto os alunos fazem um exercício. É uma chatice: ficam a saber a minha vida privada toda. Quem me escreve. A que horas escreve. O que escreve. E toda a gente sabe que os escribas têm uma curiosidade danada. Daqui a nada chego a uma livraria e encontro um romance baseado no meu gmail.


Palavras Criativas - Obrigada pela partilha. Dá-nos um conselho criativo


Nuno Costa Santos - Escrevam, façam muito fitness literário e criativo. Em todo o caso, permite-me dizer o seguinte. Em rigor, não há conselhos criativos. A criatividade (no sentido mais puro do termo) é um território demasiado livre. É o anti-conselho.

Navegue pelo MELANCÓMICO http://melancomico.blogs.sapo.pt/

Cesária Évora – Novo álbum “Nha Sentimento”


Estoril Film Festival 2009


Mais informações, aqui

terça-feira, 3 de novembro de 2009