Vivemos tempos muito difíceis: económica, social e politicamente. O “rating” português voltou a descer. O cumprimento do PEC é incontornável. O desemprego mantém-se a um nível demasiado elevado. As greves sucedem-se.
Perante este cenário preocupante, em que as questiúnculas políticas não têm ajudado, é imperioso encontrar respostas convincentes para a questão que se impõe: o que fazer?
Saliento o recente sinal político positivo que foi dado aos Portugueses: a concertação de esforços entre o Primeiro-Ministro José Sócrates, e o novo líder do PSD, Pedro Passos Coelho.
Não há dúvida que Portugal precisa de unidade e credibilidade para enfrentar os exigentes desafios com os quais está confrontado, em especial o desafio do crescimento inclusivo.
Portugal precisa consolidar as contas públicas, crescer economicamente, combater o desemprego, criar emprego, sem deixar de fora nenhuma franja da sociedade, aproveitando o efeito de alavanca do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social.
Portugal precisa de crescimento económico e de paz social.
Perante este cenário preocupante, em que as questiúnculas políticas não têm ajudado, é imperioso encontrar respostas convincentes para a questão que se impõe: o que fazer?
Saliento o recente sinal político positivo que foi dado aos Portugueses: a concertação de esforços entre o Primeiro-Ministro José Sócrates, e o novo líder do PSD, Pedro Passos Coelho.
Não há dúvida que Portugal precisa de unidade e credibilidade para enfrentar os exigentes desafios com os quais está confrontado, em especial o desafio do crescimento inclusivo.
Portugal precisa consolidar as contas públicas, crescer economicamente, combater o desemprego, criar emprego, sem deixar de fora nenhuma franja da sociedade, aproveitando o efeito de alavanca do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social.
Portugal precisa de crescimento económico e de paz social.
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