domingo, 31 de maio de 2009

Conselho da semana


No próximo Domingo, VÁ VOTAR.

terça-feira, 26 de maio de 2009



À conversa com Fernando Montenegro



Divulgação da entrevista no Facebook e no site Criar 2009 (via Twitter).

Palavras Criativas entrevista...Fernando Montenegro (membro fundador do Clube de Reflexão Política - A Linha)


Palavras Criativas – Como e quando é que surgiu a ideia de criar um Clube de Reflexão Política?

Fernando Montenegro – A ideia de criar o Clube de Reflexão Política não é recente. No entanto, o seu arranque foi sendo adiado por inúmeras razões… nunca era o momento oportuno. Hoje, quando olhamos para trás vemos que esse momento ideal não existe, tal como em muitos outros momentos das nossas vidas. Decidimos pois que era chegado o tempo de dar um passo em frente. Foi o que fizemos no dia 20 de Junho de 2008. Desta forma nasceu o Clube A Linha que traduz o desejo de muitos militantes e simpatizantes do Partido Socialista em criar um fórum de debate político aberto à participação de todos, não se restringindo apenas aos militantes.

 

Palavras Criativas – Porquê a designação “A Linha” (por ser um Clube mais dirigido à Linha de Cascais)?

Fernando Montenegro – Sempre aprendi que a Linha (recta) é a distância mais curta entre dois pontos. Sem prejuízo de poder designar a proveniência de muitos dos seus membros (da Linha de Cascais), a designação traduz ainda o nosso compromisso de estar na Linha da Frente na construção de uma sociedade mais solidária, mais justa e coesa. Será essa a Linha justa a que nos manteremos fiéis, aprofundado a discussão e o debate político fazendo sempre o apelo à participação de todos. 


Palavras Criativas – Que balanço fazes da actividade do Clube?

Fernando Montenegro – Fazer um balanço das actividades do Clube com apenas um ano de existência parece-me um pouco prematuro. No entanto, podemos afirmar, desde já, que esta experiência tem sido muito positiva para todos nós.

 

Palavras Criativas – No âmbito das várias iniciativas promovidas pelo Clube, partilha uma história curiosa

Fernando Montenegro – Não sei se curiosa, mas destaco uma que tanta tinta fez passar nos órgãos de comunicação social, lamentavelmente fora de contexto. Refiro-me à afirmação do subscritor da moção do Secretário-Geral, o camarada Augusto Santos Silva a propósito da expressão “malhar na direita”. A mesma ocorreu no debate organizado por nós com as três moções globais ao Congresso Nacional do PS.

 

Palavras Criativas – Obrigada por teres aceite este desafio e deixa-nos uma “mensagem política”

Fernando Montenegro – Arquimedes que dizia, “dai-me uma alavanca e um ponto de apoio e levantarei o mundo”. O Ponto de apoio é sem dúvida o regime democrático em que vivemos, cabendo a cada um de nós ser a alavanca que ergue o mundo, tornando-o um lugar melhor.


Visite o Clube de Reflexão Política A Linha 

30 anos de Empreendedorismo, 28 e 29 de Maio

Mais informações sobre o Congresso do Jovem Empresário, aqui 

À conversa com António Frazão


Divulgação da entrevista no Facebook e site Criar 2009 (via Twitter)

Palavras Criativas entrevista…ANTÓNIO FRAZÃO (Blogger)


Palavras Criativas – Quando te olhas ao espelho o que vês?

António Frazão - Vejo um trabalho em progresso...

Palavras Criativas – Quando sentiste o apelo da escrita?

António Frazão - Comecei a sentir o apelo da escrita na pré-adolescência, numa altura em que me ofereceram um diário. Descobri, nessa altura, pela primeira vez, que a escrita me permitia materializar ideias, sentimentos e sonhos. Aos poucos, fui verificando que a escrita, quando temos disponibilidade para ela, é um instrumento de auto-conhecimento que nos pode encaminhar, pouco a pouco, para uma imagem cada vez mais lúcida de nós mesmos. Essa lucidez sobre nós próprios permite-nos igualmente a auto-aceitação e esta, conduz-nos, inevitavelmente a uma maior abertura a tudo aquilo que a vida nos traz.

Palavras Criativas – O teu blogue “Florescer” é para ti um vício (saudável)?

António Frazão - Os blogues são vícios saudáveis, desde que não substituam as relações humanas em presença e desde que não criem a ilusão de que a verdadeira proximidade só é possível num ambiente virtual.

Os blogues revelam sempre uma história de vida através dos textos, fotos, músicas... Em cada blogue há como que uma «impressão digital» da pessoa que o criou e que irá atrair, por empatia, alguém que se identifica com o conteúdo do mesmo. Cria-se, deste modo, uma proximidade anónima que, por vezes, as pessoas, devido ao medo de se exporem, julgam não ser possível na vida real. Os blogues sublimam, por assim dizer, o medo da rejeição que está subjacente em todos nós. Criam como que um universo paralelo em que as pessoas se permitem ser quem são numa espécie de não tempo e de não espaço.

Palavras Criativas – Revela-te numa história de vida que queiras partilhar

António Frazão – É difícil escolher uma história de vida específica… transformamo-nos a cada momento e, como a Fénix que renasce das cinzas, vamo-nos renovando ao ritmo das experiências, dos encontros e dos desencontros…

Palavras Criativas – Obrigada por teres aceite o desafio e deixa uma mensagem à blogosfera

António Frazão - Não é necessário converter o real em virtual para o vivenciar em plenitude…

Visite o “Florescer”, aqui 

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Os pés da minha vida


Eleições Europeias 2009 – Arrancou hoje a campanha oficial


















Para saber mais sobre as Eleições Europeias, clicar aqui 

À conversa com Jorge Nuno Oliveira



Divulgação da entrevista no Facebook e no site Criar 2009 (via Twitter)

Palavras Criativas entrevista …JORGE NUNO OLIVEIRA (Jornalista, formador profissional de tv e mediatrainer)


Palavras Criativas – O que é um “mediatrainer”?


Jorge Nuno Oliveira - É um instigador. O mediatrainer ajuda a criar numa pessoa o gosto pela sua imagem, pelo seu comportamento, pelas suas reacções, pelo seu auto-controlo. É alguém que faz as pessoas acreditarem em si próprias e a superarem-se. Tecnicamente falando, um mediatrainer é alguém que ajuda uma pessoa a comunicar melhor a sua mensagem de dimensão jornalística, sobretudo através dos meios audiovisuais. Mas eu prefiro continuar a dizer que sou um instigador, porque consigo mexer muito com as pessoas. Exponho-as, como se estivessem diante de um espelho de almas e levo-as a acreditar no que elas têm de melhor.


Palavras Criativas – Em televisão, ter uma boa imagem é determinante?


Jorge Nuno Oliveira - Pode ajudar. Mas não é determinante. O que é realmente fundamental é saber comunicar. E isso não tem a ver com a estética. Tem a ver com a capacidade de partilhar, de envolver, de seduzir e de convencer. Conheço pessoas belíssimas que mal conseguem articular uma ideia. E lembro-me de pessoas que a estética consideraria «feias» e que são comunicadores fantásticos. Quem tiver paciência para pesquisar, que procure nos arquivos um programa de TV chamado «Se bem me lembro», apresentado por Vitorino Nemésio. Ninguém se atreveria a dizer que o escritor era um homem bonito. Mas todos os que tiveram o privilégio de ver os seus programas ficavam colados ao televisor, fascinados pela sua extraordinária capacidade de comunicar.


Palavras Criativas – “As boas notícias, não são notícias”?


Jorge Nuno Oliveira - Depende… No meio em que eu trabalho, diria que não são. Numa televisão privada, comercial, temos de fornecer produtos que sejam consumidos facilmente pelo espectador. E são poucos os que se interessam pelas chamadas «boas notícias». Hoje, bombardeados por meios de comunicação que nos chegam por todos os lados, somos atraídos por tudo o que é insólito, invulgar, extraordinário. Mas eu recordo que o jornalismo nasceu e cresceu a publicar as coisas normais que aconteciam a pessoas como todos nós, e não apenas as terríveis desgraças que enlutam o mundo. Por isso, acredito que também as «boas notícias» sejam notícia. Se eu não acreditasse nisso, dificilmente poderia ser jornalista.


Palavras Criativas – Tendo em conta a sua experiência jornalística, partilhe uma história aventureira


Jorge Nuno Oliveira - Receio desiludir os leitores deste blog… Não tenho grandes aventuras para relatar. Apenas pequenos episódios, como o ter feito um directo em televisão para uma câmara a fumegar (e o directo foi para o ar!), ou ter gelado os pés em Salamanca enquanto esperava pela entrada em directo, ou ter chorado quando assisti, em directo, em Macau, à cerimónia de transferência de poder para a China e com a imagem do Governador a encostar a bandeira portuguesa, dobrada, ao coração, ou quando me escondi em sótãos para ouvir reuniões, ou de como consegui adormecer, de extremo cansaço, a bordo de um insuportavelmente ruidoso avião C130 carregado de jornalistas, ou de como lutei para conseguir um telefone em Bissau, em 1982, para enviar uma crónica para Lisboa. Mas a minha maior aventura ainda continua a ser a de ter vivido em plena revolução tecnológica, passando por evoluções da minha profissão tão diferentes como a do filme para o vídeo e, depois, o digital; ou da máquina de escrever para o computador.


Palavras Criativas – Obrigada por não ter virado as costas ao desafio e deixe-nos uma boa notícia


Jorge Nuno Oliveira - Este, sim, é o maior desafio. Mas a melhor notícia que gostaria de deixar é a de que os jornalistas vão poder continuar a denunciar as injustiças. Sempre de uma forma independente, rigorosa e imparcial. Porque esse, creio, é um dos maiores desígnios do jornalismo: ajudar a fazer deste mundo um mundo melhor.

Jorge Nuno Oliveira é Editor do Programa Diário da Tarde, do TVI24 

Nuvens



domingo, 24 de maio de 2009

Festival de Cannes – Palma de Ouro para “Arena”


Curta-metragem “ARENA” de João Salaviza venceu hoje Palma de Ouro.

Para saber mais, clicar aqui 

Jornal i (área iRepórter)


Entrevista a Luís Filipe Borges publicada também no Jornal i




12 meses + 1 de Palavras Criativas, 25 de Maio

 Palavras (e imagens) que ambicionam tocar.

Chuva



Conselho da semana



Viva cada minuto como se fosse o primeiro.

Prémio de Poesia Natércia Freire 2009


Entrega dos originais até 31 de Julho.

Mais informações (Regulamento), aqui

sexta-feira, 22 de maio de 2009



À conversa com Luís Filipe Borges


Divulgação da entrevista a Luís Filipe Borges no Facebook e no Site do AECI 2009, via Twitter.

PALAVRAS CRIATIVAS ENTREVISTA...LUÍS FILIPE BORGES (guionista entre outras coisas)


Palavras Criativas - Porquê a boina?

Luís Filipe Borges - Quando caloirinho em Direito, deparei-me chocado com os meus 600 colegas quase todos iguais uns aos outros, normalizados. E quis por tudo ser diferente. Tirando comida e bebida, uma boina foi precisamente o primeiro objecto que comprei em Lisboa, 3 semanas após chegar dos Açores. Tornou-se a minha 'imagem de marca' na faculdade... e foi ficando.

Palavras Criativas - O que é isso da "stand-up comedy"?

Luís Filipe Borges - O ovo de Colombo da comédia, criado e praticado há várias décadas por norte-americanos e britânicos: um indivíduo só no palco - apenas com o seu próprio texto e um microfone - e a missão de entreter uma plateia. Mais simples impossível. E, simultaneamente, um desafio tremendo. Aliás, de acordo com um excerto de stand-up da autoria de Woody Allen: saiu uma sondagem nos EUA sobre os nossos maiores pavores. A morte ficou apenas em 2º lugar sendo ultrapassada pelo medo de falar em público. Ora, isso significa que - em caso de funeral - nós preferimos ser a pessoa que está dentro do caixão do que aquela que faz o elogio fúnebre.

Palavras Criativas - Para quando uma nova "Revolta (dos pastéis de nata)?

Luís Filipe Borges - Tudo tem o seu tempo e esse programa cumpriu a preceito dois anos e 4 séries de boa disposição e sucesso. Mais vale terminar, seja o que for, enquanto ainda nos dá prazer e as pessoas gostam. Mas, quanto a TV, haverá novidades em breve.

Palavras Criativas - Revela-te numa história do teu baú de recordações criativas

Luís Filipe Borges - Pouquíssimas coisas me dão mais prazer do que ler aquilo que os alunos dos workshops de escrita criativa que dou com o Nuno Costa Santos produzem. Sobretudo quando ganham alento para continuar (é ver o belíssimo exemplo das meninas entrevistadas há bem pouco tempo neste mesmo blog).

Palavras Criativas - Obrigada pela colaboração. Oferece-nos um conselho bem humorado

Luís Filipe Borges - Descobre algo que gostes de fazer e nunca mais trabalhes na vida - sinto que usufruo desse privilégio no meu quotidiano (e atenção que este conselho me foi transmitido em criança, pelo meu avô paterno, que era... agricultor).


Homenagem a João Bénard da Costa (7 de Fevereiro de 1935 – 21 de Maio de 2009)


“Palavras Criativas” rende homenagem ao “Senhor Cinema”, João Bénard da Costa 
Para saber mais, clicar aqui

quinta-feira, 21 de maio de 2009

“Conversas Criativas” nas redes sociais


Divulgação da entrevista às autoras do blog “Hoje há bolinhos no Palácio das Comadres” no Facebook e no Site do AECI 2009, via Twitter.

Palavras Criativas entrevista…autoras do blog “Hoje há bolinhos no Palácio das Comadres”

Palavras Criativas – Como é que surgiu a ideia de criar um blog conjunto e porquê o nome “Hoje há bolinhos no Palácio das Comadres”?

Comadres (Margarida Santos)Uii, esta pergunta é complicada! Temos quantas páginas?!Bem, quando frequentámos o Curso de Escrita Criativa das PF, foi criado um blog para publicação dos exercícios que íamos desenvolvendo ao longo das semanas de formação. Quando o curso terminou, houve um grupo que continuou a alimentar esse espaço com histórias dispersas, pequenos contos, enfim, com textos que nos apeteciam escrever e que se integravam na lógica de continuidade dos ensinamentos do Luís Filipe Borges e do Nuno Costa Santos. No entanto, no decorrer deste percurso, começamos a sentir a necessidade de transformar aquele espaço em algo mais pessoal, mais adaptado às nossas ambições, à forma como interagíamos umas com as outras, e vêm daí a vontade de inaugurar um novo espaço na blogosfera. Nasce assim a ideia, que dadas as características de saudável loucura e considerável bom humor que existe neste grupo, extrapolou rapidamente para um projecto de construção de personagens, os nossos alter egos, que nos permitem os maiores disparates e as línguas viperinas, tudo num clima de boa disposição e amizade, e fazendo uma das coisas que mais gostámos: escrever, escrever, escrever.

Quanto ao nome, resulta, como tudo o resto nesta iniciativa, dum brainstorming colectivo, e acaba por ser uma brincadeira com o nome do anterior blogue, o “Hoje não há bolinhos” e este novo projecto, onde o mulherio assume o estatuto de Comadres, apreciadoras dum bom chá “pingado” e bolinhos doces, os tónicos favoritos para soltar a língua de qualquer senhora de meia idade.

Palavras Criativas – Um blog escrito a várias mãos é criativamente mais exigente?

Comadres (Susana Tavares) - É exigentemente criativo.

Eu acho que existe maior criatividade precisamente por existir maior exigência. Há sempre uma espécie de irresistibilidade em acompanhar o ritmo das restantes e em não deixar baixar a fasquia e essa irresistibilidade é, em si, um grande estímulo à criatividade. Às tantas torna-se irresistível dar seguimento a uma ideia ou contribuir de forma diferente para um tema que uma comadre lançou. As mais pequenas coisas podem despoletar grandes ideias. E essa cadeia de raciocínio conjunto é, quanto a mim, a mais-valia da escrita a várias mãos e a várias cabeças. Eu falo por mim. Ao contrário das restantes comadres, que conseguem tirar inspiração de uma simples parede branca, eu preciso de mais estímulos. E no palacete, graças ao talento das comadres, as paredes nunca são brancas. Têm sempre detalhes interessantes, cores e texturas :) São as diferentes "vozes" de cada uma que fazem do humilde palacete um espaço de debate, conversetas, cusquices, fricções, impropérios e banalidades, tal como acontece em qualquer ajuntamento de comadres que se preze.

Palavras Criativas – É difícil ser criativo?

Comadres (Vanessa Luz) – Comparo a criatividade a uma modalidade desportiva. O Surf. A preparação física e a aptidão são importantes, mas existem dificuldades naturais, intrínsecas à modalidade e que exigem treino. Há que ter alguma preparação física para suportar a barreira inicial, e força braçal para passar a zona de rebentação. Depois, encontrar espaço e conceder tranquilidade ao pensamento, aguardar que a sorte, a destreza, e o mérito nos levem a apanhar a tal onda. E se o vento estiver de feição, a merecida adrenalina.

Ser criativo pode ser extraordinariamente difícil se pensarmos em criatividade como a necessidade de encontrar o tal lugar que ainda não foi preenchido. A ideia original. Essa tentativa parece-me importante, mas pouco criativa e às vezes redutora. A criatividade pode estar num olhar corriqueiro, resulta essencialmente da perspectiva, do ponto de vista. Como diz a nossa amiga e comadre, Margarida: “A capacidade de projectar um novo olhar sobre o que quer que seja, é o que para mim define a verdadeira criatividade.”

Palavras Criativas – Onde vão buscar as ideias?

Comadres (Andreia Moreira) – As ideias nascem-me de diferentes estímulos, que podem ser exteriores ou não.

Surgem por exemplo de pensamentos (instantâneos) e reflexões pessoais ou, no dia-a-dia, da observação das pessoas na rua, nos transportes públicos, das atitudes que lhes observo, ou adivinho e que me levam a imaginá-las em determinadas situações e a "construir-lhes" as respectivas vidas. Essas pessoas deixam, dessa forma, o mundo real, para fazer parte do imaginário que crio. O aspecto físico da pessoa, por si só, pode ser o ponto de partida para a personagem ou para a situação que descrevo. As ideias surgem também de sensações que um qualquer acontecimento me suscite. No caso particular das comadres foi fácil, uma vez que definimos à partida as personalidades para cada uma, o que deu o mote para encarnar a Maximina e agora ir acrescentando pormenores que a vão enriquecendo. As ideias andam no ar, nós só temos de estar atentas para as apanhar. Às vezes sinto-me uma verdadeira espia das vidas alheias. Vejo, ouço, cheiro, (pres)sinto, escrevo. É mais ou menos assim.

Palavras Criativas – Obrigada por terem aceite este desafio e deixem-nos uma provocação criativa como mensagem final

Comadres (Joana Mil-Homens) – Recentemente li num blog uma coisa muito interessante: toda a gente deixa de desenhar quando percebe que não é um Picasso, mas ninguém deixa de dar uns toques na bola só porque sabe que não é um Ronaldo.

Há uma tendência para associar a criatividade aos grandes génios. Acho que a criatividade está nos pequenos exercícios do dia-a-dia. No combate à quase inevitável rotina. Não interessa se é a escrever num blog, a colorir t-shirts ou a fazer crochet. Não interessa se as palavras são as certas ou sequer se fazem sentido, não interessa se somos o próximo Nobel. Interessa é continuar. Com o mesmo empenho. E se houver galhofa à mistura, tanto melhor.

Siga as aventuras das Comadres, aqui