quinta-feira, 2 de outubro de 2008


1 comentário:

luís filipe pereira disse...

Bom-Dia Mónika.
Fantástica ilustração: quando o corpo como um ponteiro insone pede mais e mais carícias, pede um torpor de dedos de seda, pede a pausa de um contacto e o tempo de um carinho, cruel e pontual Chronos
desfere o impudor das horas intranscendentes das obrigações. com sede o corpo levanta-se alheio à última carícia contrafeita. A boca pedia outra boca e não a friura da água a entornar-se sem remédio da torneira.
luís filipe pereira