“O Programa Comunitário de Apoio Alimentar a Carenciados, que ajuda 18 milhões de pessoas, foi reduzido em 75% por razões legais, apesar de existir orçamento disponível.”
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
CABO VERDE
TERERU DI KULTURA
Reaberto espaço cultural no centro histórico da Cidade Velha (Santiago)
Veja algumas fotografias, aqui
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Jornada para a Erradicação da Pobreza, 17 de Outubro
terça-feira, 11 de outubro de 2011
DN JOVEM SEMPRE

A propósito do recente lançamento do livro de Helena de Sousa Freitas “O DN Jovem entre o papel e a net”, quero fazer uma justa homenagem a Manuel Dias, pela sua enorme generosidade, através de um gesto simples mas muito sentido. Reproduzo aqui um “conselho” que tive a honra de receber em 1996:
“(…)Tenta ver uma colagem como uma abstracção, um conjunto de elementos que se justapõem, se sobrepõem, que lutam entre si ou que dialogam em harmonia. A força de uma imagem advém das relações que se estabelecem entre esses elementos e não tanto da genial ideia que se possa ter tido”.
Aproveito ainda para partilhar a minha própria reacção à passagem do DN Jovem do papel para a internet:
“QUEREM PERDER LEITORES?
Abrir o DNJ, no passado dia 21, só me trouxe tristeza. Porquê pôr fim aos números em papel? Não consigo compreender a razão, e principalmente a vantagem desta opção, a meu ver, súbita e radical. Porquê o DNJ unicamente disponível na Internet? Não nego a crescente importância desta, mas não podemos ignorar que o seu acesso é ainda muito restrito. Na minha opinião, o DNJ não tem nada a ganhar com esta decisão, a não ser que o seu objectivo principal seja perder leitores”.
(Diário de Notícias, 28 de Maio de 1996)
E ainda, a minha carta de despedida:
“Caro DN Jovem,
É com muita tristeza que me despeço de ti, na qualidade de colaboradora, visto ter atingido o limite de idade…
Gostei muito de fazer parte da tua vida e da tua história. Agradeço o simples facto de existires.
Ao longo destes anos, tens constituído uma referência para mim, assim como, tens representado uma “fonte de inspiração criadora” para todos os meus trabalhos (ilustrações, fotografias e textos).
Foi gratificante ver as minhas “pequenas obras” nas tuas páginas e mais tarde, em versão net (acompanhando inevitavelmente o desenvolvimento das novas tecnologias!)
Despeço-me com carinho e muita saudade
Adeus e até sempre…”
“(…)Tenta ver uma colagem como uma abstracção, um conjunto de elementos que se justapõem, se sobrepõem, que lutam entre si ou que dialogam em harmonia. A força de uma imagem advém das relações que se estabelecem entre esses elementos e não tanto da genial ideia que se possa ter tido”.
Aproveito ainda para partilhar a minha própria reacção à passagem do DN Jovem do papel para a internet:
“QUEREM PERDER LEITORES?
Abrir o DNJ, no passado dia 21, só me trouxe tristeza. Porquê pôr fim aos números em papel? Não consigo compreender a razão, e principalmente a vantagem desta opção, a meu ver, súbita e radical. Porquê o DNJ unicamente disponível na Internet? Não nego a crescente importância desta, mas não podemos ignorar que o seu acesso é ainda muito restrito. Na minha opinião, o DNJ não tem nada a ganhar com esta decisão, a não ser que o seu objectivo principal seja perder leitores”.
(Diário de Notícias, 28 de Maio de 1996)
E ainda, a minha carta de despedida:
“Caro DN Jovem,
É com muita tristeza que me despeço de ti, na qualidade de colaboradora, visto ter atingido o limite de idade…
Gostei muito de fazer parte da tua vida e da tua história. Agradeço o simples facto de existires.
Ao longo destes anos, tens constituído uma referência para mim, assim como, tens representado uma “fonte de inspiração criadora” para todos os meus trabalhos (ilustrações, fotografias e textos).
Foi gratificante ver as minhas “pequenas obras” nas tuas páginas e mais tarde, em versão net (acompanhando inevitavelmente o desenvolvimento das novas tecnologias!)
Despeço-me com carinho e muita saudade
Adeus e até sempre…”
Partido Socialista
Portugal necessita da força do Partido Socialista.
E o Partido Socialista precisa da confiança dos Portugueses.
E os Portugueses podem contar com o PS.
E o Partido Socialista precisa da confiança dos Portugueses.
E os Portugueses podem contar com o PS.
Livro da semana

“Depois
Primeiro sabem-se as respostas.
As perguntas chegam depois,
Como aves voltando a casa ao fim da tarde
e pousando, uma a uma, no coração
quando o coração já se recolheu
de perguntas e de respostas.
Que coração, no entanto, pode repousar
com o restolhar de asas no telhado?
A dúvida agita
os cortinados
e nos sítios mais íntimos da vida
acorda o passado.
Primeiro sabem-se as respostas.
As perguntas chegam depois,
Como aves voltando a casa ao fim da tarde
e pousando, uma a uma, no coração
quando o coração já se recolheu
de perguntas e de respostas.
Que coração, no entanto, pode repousar
com o restolhar de asas no telhado?
A dúvida agita
os cortinados
e nos sítios mais íntimos da vida
acorda o passado.
Porquê, tão tardo, o passado?
Se ficou por saldar algo
com Deus ou com o Diabo
e se é o coração o saldo
porquê agora, Cobrança,
quando medo e esperança.
se recolherem também sob
lembranças extenuadas?
Enche-se de novo o silêncio de vozes despertas,
e de poços, e de portas entreabertas,
e sonham no escuro
as coisas acabadas”.
Manuel António Pina
Poesia, Saudade da Prosa – uma antologia pessoal
Se ficou por saldar algo
com Deus ou com o Diabo
e se é o coração o saldo
porquê agora, Cobrança,
quando medo e esperança.
se recolherem também sob
lembranças extenuadas?
Enche-se de novo o silêncio de vozes despertas,
e de poços, e de portas entreabertas,
e sonham no escuro
as coisas acabadas”.
Manuel António Pina
Poesia, Saudade da Prosa – uma antologia pessoal
Mensagem em língua mirandesa para conhecer na Casa Fernando Pessoa no dia 14 de Outubro às 18h30

Trata-se da primeira obra de Fernando Pessoa a ser publicada em mirandês.
Câmara Municipal de Lisboa
Casa Fernando Pessoa
R. Coelho da Rocha, 16
1250-088 Lisboa
Tel. 21.3913270
Autocarros: 709, 720, 738 Eléctricos: 25, 28 Metro: Rato
http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/
http://www.mundopessoa.blogs.sapo.pt/
Câmara Municipal de Lisboa
Casa Fernando Pessoa
R. Coelho da Rocha, 16
1250-088 Lisboa
Tel. 21.3913270
Autocarros: 709, 720, 738 Eléctricos: 25, 28 Metro: Rato
http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/
http://www.mundopessoa.blogs.sapo.pt/
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Prémio Fundação Luso-Brasileira na Categoria de Revelação 2011 atribuído a Mayra Andrade
A VII Gala de Prémios terá lugar no próximo dia 1 de Novembro, no Salão Preto e Prata, no Casino do Estoril.
http://www.fund-luso-brasileira.org/
http://www.fund-luso-brasileira.org/
Livro da semana

"é tarde meu amor
estou longe de ti com o tempo, diluíste-te nas veias das marés, na saliva de meu corpo sofrido
agora, tuas máquinas trituram-me, cospem-me, interrompem o sono
habito longe, no coração vivo das areias, no cuspo límpido dos corais...e no ventre impossível das cidades nocturnas
a solidão tem dias mais cruéis
tentei ser teu, amar-te e amar o falso ouro...quis ser grande e morrer contigo
enfeitar-me com tuas luas brancas, pratear a voz em tuas águas de seda...cantar-te os gestos com ternura
mas não
águas, águas inquinadas pulsando dentro de meu corpo, como um peixe ferido, louco
em mim a lama...e o visco inocente dos teus náufragos sem nome-de-rua, nem estátua-de-jardim-público
aceito o desafio do teu desdém
na boca ficou-me um gosto a salmoura e destruição
apenas possuo o corpo magoado destas poucas palavras tristes que te cantam"
Al Berto
Palavras Criativas recomenda…

O acesso bloqueado
Letra e música: Sérgio Godinho
Arranjo: Nuno Rafael
Adivinhar o futuro
é muito duro
é muito duro
sai sempre o cálculo furado
Adivinhar o passado
é mais seguro
á mais seguro
se bem que às vezes também saia
errado
Mas entre o deve e o haver
entre o deve e o haver
sempre pões algum de lado
do défice descontrolado
Agora adivinhar o presente
mesmo se fosses vidente
isso...! É que é mais complicado
tem o acesso bloqueado
tem o acesso blo-queado
Dar de barato o futuro
é prematuro
é prematuro
mas foi tudo mal contado
deixaste o fruto do passado
ficar maduro
ficar maduro
e agora podre por não ser usado
Mas entre o fazer, não fazer
entre o fazer, não fazer
sempre sobra algum trocado
do crédito mal-aparado
Agora adivinhar o presente
mesmo tão inteligente
isso...! Ficas todo baralhado
tem o acesso bloqueado
tem o acesso blo-queado
Estás à beira de um delete
agora ri-te
agora ri-te
do vaticínio reservado
vais ter que arranjar mais
memória
mesmo acessória
mesmo acessória
para o destino não passar ao lado
mas entre o ser e o parecer
entre o ser e o parecer
não escolhas o espelho errado
do desgoverno planeado
Agora adivinhar o presente
mesmo tão clarividente
isso...! Aí estás mais entalado
tem o acesso bloqueado
tem o acesso blo-queado
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