quarta-feira, 29 de dezembro de 2010







BOM ANO NOVO 2011


Muita paz,
muita alegria,
e
muito amor.







terça-feira, 28 de dezembro de 2010

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

146º. Aniversário do DN com edição especial sob a direcção de Gonçalo M. Tavares


Quarta-feira nas bancas.

Para saber mais, aqui
"Apenas os políticos superficiais estão a salvo de cometer erros. Os erros são inerentes à acção política. Todos aqueles que estão no centro da luta política, que têm de lidar com problemas práticos e prementes, têm pouco tempo para a reflexão e, sem precedentes que os guiem, é inevitável que muitas vezes cometam erros. Mas com o tempo, e desde que sejam flexíveis e estejam preparados para avaliar o seu trabalho com espírito crítico, adquirirão a experiência necessária e a capacidade de antecipação que lhes permitirá contornar as armadilhas comuns e escolher o caminho a seguir entre o pulsar dos acontecimentos".
Nelson Mandela in Arquivo Íntimo

domingo, 26 de dezembro de 2010

Debate televisivo Manuel Alegre versus Cavaco Silva


29 de Dezembro, quarta-feira, na RTP1 às 20h50

sábado, 25 de dezembro de 2010

Conhece algum fogo que não queime?







Conselho da Semana


A união faz a força.

Diálogos Criativos


Ele – Estás triste?
Ela – Não. Perdi a ingenuidade.
Ele – É uma perda irreparável?
Ela – Sim.

Entrevista de António Guterres ao Expresso



"A inveja aliada à mediocridade é o grande problema que Portugal tem de ultrapassar".

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Caminhos




Encontrei-te pelo caminho
E pelo caminho te perdi
Seguiste um caminho
E eu outro caminho segui.



Que pena caminharmos sozinhos
Quando juntos podíamos fazer o caminho.

Palavras Criativas recomenda…


Do Conserto do Mundo

Contos de Ana Paula Tavares, Arnaldo Santos, Dulce Maria Cardoso, Gonçalo M. Tavares, Hélia Correia, Isabel Zambujal, João de Melo, Lídia Jorge, Mário de Carvalho, Mário Cláudio, Miguel Real, Patrícia Ferraz, Pedro Sena-Lino, Ricardo Cabaça, Ricardo Miguel Gomes, Richard Zimler, Rui Zink, Urbano Tavares Rodrigues

Manuel Alegre, o candidato da Esperança


Conheça a Comissão de Honra, aqui

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Até ao fim da legislatura


O Primeiro-Ministro José Sócrates quer continuar a governar Portugal. E todos os dias demonstra essa firme vontade, também na forma como se empenha na defesa do projecto europeu.

De facto, só uma União Europeia forte, coesa, a uma velocidade e a uma só voz, poderá enfrentar em conjunto, de forma coordenada, a crise económica e social que assola a Europa.
Só a solidariedade entre Estados-Membros permitirá, através de uma acção concertada, sair desta situação complexa que exige um aprofundamento do projecto europeu, no sentido da progressiva governação económica e política.
Neste contexto, saúdo a criação do Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira decidido no último Conselho Europeu (16 e 17 de Dezembro), enquanto instrumento de defesa da moeda única e da estabilidade da zona euro.

Por outro lado, Portugal precisa manter as portas bem fechadas ao FMI e o Governo português, através do recente lançamento da “Iniciativa Competitividade e Emprego”, deu mais um sinal claro nesta direcção.

Faço votos para que as difíceis medidas de austeridade impostas produzam resultados efectivos, que apontem para o crescimento económico de Portugal, para que todos os Portugueses entrem no Novo Ano, imbuídos do mesmo espírito de esperança e determinação que parece alimentar o Governo, apostado em cumprir a legislatura até ao fim.

domingo, 19 de dezembro de 2010

“Portugal vale sempre a pena”: Contrato Presidencial de Manuel Alegre

“Sei que as medidas de austeridade que nos estão a ser exigidas vão ter reflexos negativos na vida de muitos portugueses, com cortes salariais, congelamentos de pensões, perda de abonos de família. Sei que para além do défice das contas públicas, há outros défices, o social, o da igualdade, o do emprego, o da saúde, o da cultura. Mas há talvez sobretudo um défice de confiança e de esperança”.
“A grande arma de um Presidente é a palavra”.
“O Presidente é um regulador, um moderador político e social, que deve inspirar o debate em torno dos grandes problemas nacionais, mobilizar as energias necessárias para lhes fazer frente, desenvolver um magistério de proximidade e exigência, assumir a representação de Portugal e defender a nossa soberania e a qualidade da nossa democracia”.
“Precisamos de refazer o nosso tecido produtivo e de uma nova estratégia de desenvolvimento, competitiva, solidária e sustentável, com mais inovação, mais emprego e mais coesão. Precisamos de mudar de paradigma”.
“Mas não sou só eu que me candidato. Somos todos nós, os que acreditamos nos valores da liberdade, da justiça social e da solidariedade; todos nós, os que queremos uma democracia melhor; todos nós, os que dentro de partidos ou fora deles queremos uma nova esperança para Portugal”.

Uma Nova Esperança para Portugal”, para ler aqui

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

domingo, 12 de dezembro de 2010


Até já.

Palavras Criativas entrevista…Nancy Curado Tolentino

Palavras Criativas – Fala-nos da tua experiência enquanto investigadora da SOCIUS – Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações

Nancy Curado Tolentino – Eu gosto de ser investigadora. Académica, diga-se. Pois, valorizo imensamente a curiosidade, o estado de dúvida, a liberdade de pensamento, os pontos de vista diferentes que se ouvem uns aos outros e (por vezes) se respeitam… Enfim, agrada-me a sensação de ser pensante, ser incompleta e estar sempre à procura de melhor. Contudo, dependendo do país onde se desenvolve a actividade, a investigação académica é mais ou menos valorizada (social e financeiramente) e é mais ou menos estável. Eu diria que, nesta perspectiva, a minha vida profissional é pouco valorizada e é instável. Mas dá-me gozo.

O SOCIUS é uma unidade de investigação integrada no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade Técnica de Lisboa, cuja principal área científica de actuação, Sociologia Económica e das Organizações, privilegia os múltiplos pontos de contacto entre a Sociologia e a Economia. Dentro desse grande chapéu, o centro desenvolve quatro linhas de investigação: (i) Organizações, Trabalho, Emprego e Género; (ii) Ciência, Tecnologia, Saúde e Profissões; (iii) Desenvolvimento Sustentável, Terceiro Sector e Redes Sociais e (iv) Economia, Espaço, Cultura e Globalização. Eu fui convidada a colaborar nesta última linha, dentro da qual trabalho em estudos que abordam o tema das migrações.

Estar no SOCIUS é, antes de qualquer outra coisa, um desafio pessoal. Pois, ando no meio de uma maioria de sociólogos – eu sou licenciada em gestão de empresas – e isso por vezes confunde-me e, ao mesmo tempo, me agrada.


Palavras Criativas – Desvenda-nos um pouco da tua Dissertação de Mestrado em Desenvolvimento e Cooperação Internacional (DCI) no ISEG.

NCT – Estes últimos dois anos de mestrado foram intensos e interessantes. Embora não tenha satisfeito a minha expectativa de discussão e genuína troca de ideias em sala de aula, o programa de DCI ajudou-me a cumprir o objectivo, pessoal, de alargar os meus horizontes para áreas mais “cinzentas” do que aquele “preto-e-branco” que aprendemos nas licenciaturas de gestão e economia.

A minha dissertação, “Migrações internacionais e política de desenvolvimento no país de origem: o caso de Cabo Verde” surgiu de uma preocupação minha que resulta da forma como as políticas criadas para gerir o fenómeno migratório se têm desenvolvido. Isto é, entre os discursos “migração como um problema” (nos países que recebem os migrantes) e “emigração como solução para as questões de desenvolvimento” (nos países de origem dos migrantes). Onde a tendência é instrumentalizar as migrações a favor do desenvolvimento. Parece que ainda não se percebeu que ambos se fomentam mutuamente. Pois, a migração é um tipo de resposta de milhares de pessoas às mudanças nas condições de desenvolvimento. E este, por sua vez, fomenta a mobilidade humana. É neste contexto que procurei perceber de que forma as migrações se relacionam com o desenvolvimento de Cabo Verde, na perspectiva da acção do Estado cabo-verdiano. Fiz isso através da análise de três elos -- a diáspora, as remessas e os esquemas de migração temporária -- e com o intuito de compreender se a emigração pode ser um factor catalisador e sustentador dos processos de desenvolvimento.

A lição que se pode reter é que a migração, sob circunstâncias gerais desfavoráveis, não conduz “automaticamente” ao desenvolvimento. Ou seja, para o país se desenvolver é necessário criar e fortalecer instituições e políticas sãs, e não instrumentalizar aquilo que, em parte, são consequências da falta de desenvolvimento, sejam diásporas, remessas ou esquemas de migração temporária. Concluindo, a emigração pode ser um factor catalisador, mas não sustentador, dos processos de desenvolvimento.


Palavras Criativas – Conta-nos a experiência de partilhar a autoria do estudo para o Observatório da Imigração / Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural “Impactos das Remessas dos Imigrantes em Portugal no Desenvolvimento de Cabo Verde”

NCT – Participar na elaboração do OI_27 – forma como o A. Tolentino, o C. Rocha e eu nos referimos ao estudo que elaborámos em 2007 -- é que me fez descobrir o nicho de pesquisa migrações e desenvolvimento. E, em certa medida, influenciou a minha escolha pelo mestrado que concluí este ano. Para além disso, sinto-me uma privilegiada em ter podido colaborar com o Observatório da Imigração, que tanto tem feito por derrubar lugares comuns a cerca das migrações e dos migrantes em e de Portugal.


Palavras Criativas – Obrigada pela “conversa” e deixa-nos uma mensagem

NCT – A migração é uma prioridade de política interna para os países de acolhimento e empurra os compromissos internacionais de desenvolvimento para o segundo plano. Por exemplo, a migração temporária e a fuga de quadros são duas áreas onde as políticas nos países de acolhimento são baseadas nas suas próprias necessidades, e onde qualquer dimensão de desenvolvimento (do país de origem) não é uma preocupação primordial. Em 2011, estarei atenta à forma como os interesses económicos e políticos influenciarão as percepções e desejos relativos às migrações, e em especial, à relação dessas com o desenvolvimento.

E vocês, estarão atentos a quê?

Conheça o working paper MIGRAÇÕES, REMESSAS E DESENVOLVIMENTO: O CASO AFRICANO Nancy Curado Tolentino

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010


Tempos


Se soubesse ontem o que ainda não sei hoje
Ontem não teria significado
E hoje já era amanhã.

Manuel Alegre, a sua visão para Portugal


Para ler, aqui

Uma boa notícia: “Os nossos alunos sabem mais”


Segundo o Relatório da OCDE - PISA 2009 (Programme for International Student Assessment). “Portugal é o país que mais progrediu na Educação


Para aceder à Apresentação sobre as competências dos alunos portugueses, clique aqui


Para aceder à entrevista do Primeiro-Ministro ao Jornal Público, clique aqui

Um programa para toda a família


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

domingo, 5 de dezembro de 2010

Dia Internacional do Voluntariado, 5 de Dezembro de 2010

QUERIA+ Nº. 15 / Dezembro 2010














QUERIA+
Mais Criatividade. Mais Reflexão. Mais Imaginação. Mais Afecto.

Palavras Criativas despede-se do "Contra-Informação"


Manuel Alegre, o candidato da Esperança



“Já tivemos chefes de Estado capazes de falar com os grandes da Europa e fazer ouvir a sua voz, como Mário Soares e Jorge Sampaio”.

Para ler, aqui