Era uma vez uma aldeia muito fechada sobre si própria, pequena, isolada e sempre igual, estação após estação. Até que um dia, a Esperança chegou à terra.
Assim que viram a bela desconhecida, os habitantes, com medo, fugiram para as suas casas e trancaram bem as portas. Os mais curiosos espreitavam pela janela.
A Esperança achou estranho tamanho reboliço só por causa dela, e sorridente sentou-se num banco de madeira no centro da Praça. Dali conseguia ver praticamente todas as casas da aldeia, e foi com espanto que viu abrir-se uma porta. Um miúdo, com ar decidido, aproximou-se dela.
Olhou-a nos olhos, e com um sorriso perguntou-lhe o nome, “Esperança” respondeu-lhe a bela desconhecida e o que estava ali a fazer, “A dar-me a conhecer” disse. Depois desta breve troca de palavras, instalou-se o silêncio entre eles. Ficaram a mirar-se durante largo tempo, sem dizer nada. Até que o miúdo quebrou o silêncio com estas palavras:
“De ti nada sei e no entanto pareço saber tudo a teu respeito. És a Esperança, com a tua luz, vens iluminar o nosso caminho. A partir de hoje nada vai ser igual, trouxeste-nos a mudança”.
A Esperança estava emocionada, as palavras do miúdo tinham-lhe tocado a alma. Parecia conhecê-la, e no entanto, tinham-se visto pela primeira vez.
As pessoas já os rodeavam, expectantes. Tinham perdido o medo, afinal a bela desconhecida tinha um ar tão sereno, tão doce. Estavam nestes considerandos, quando o miúdo confiante, de pé no banco de madeira no centro da Praça, disse: “Esta é a nossa Esperança. Devemos acolhê-la nos nossos corações”. Alguém gritou: “Viva” e todos o imitaram.
Mais tarde, houve quem comentasse que o miúdo possuía o dom da palavra e até quem lhe vaticinasse o futuro: este miúdo ainda vai ser político!
Assim que viram a bela desconhecida, os habitantes, com medo, fugiram para as suas casas e trancaram bem as portas. Os mais curiosos espreitavam pela janela.
A Esperança achou estranho tamanho reboliço só por causa dela, e sorridente sentou-se num banco de madeira no centro da Praça. Dali conseguia ver praticamente todas as casas da aldeia, e foi com espanto que viu abrir-se uma porta. Um miúdo, com ar decidido, aproximou-se dela.
Olhou-a nos olhos, e com um sorriso perguntou-lhe o nome, “Esperança” respondeu-lhe a bela desconhecida e o que estava ali a fazer, “A dar-me a conhecer” disse. Depois desta breve troca de palavras, instalou-se o silêncio entre eles. Ficaram a mirar-se durante largo tempo, sem dizer nada. Até que o miúdo quebrou o silêncio com estas palavras:
“De ti nada sei e no entanto pareço saber tudo a teu respeito. És a Esperança, com a tua luz, vens iluminar o nosso caminho. A partir de hoje nada vai ser igual, trouxeste-nos a mudança”.
A Esperança estava emocionada, as palavras do miúdo tinham-lhe tocado a alma. Parecia conhecê-la, e no entanto, tinham-se visto pela primeira vez.
As pessoas já os rodeavam, expectantes. Tinham perdido o medo, afinal a bela desconhecida tinha um ar tão sereno, tão doce. Estavam nestes considerandos, quando o miúdo confiante, de pé no banco de madeira no centro da Praça, disse: “Esta é a nossa Esperança. Devemos acolhê-la nos nossos corações”. Alguém gritou: “Viva” e todos o imitaram.
Mais tarde, houve quem comentasse que o miúdo possuía o dom da palavra e até quem lhe vaticinasse o futuro: este miúdo ainda vai ser político!
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