A vida acontece em cada árvore, em cada gota de chuva, em cada momento. A vida está-nos sempre a acontecer.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Música Criativa
Este mês "cantaram" por aqui:
- Concha Buika
- Rodrigo Leão
- Mayra Andrade
- Tina Turner
- Presuntos Implicados
- Camané
- Mariza
- Carlos do Carmo
- Amy Winehouse
-Chico Buarque
- Stevie Wonder
- U2
- Sade
- Bernardo Sassetti
- Tito Paris
- Gil do Carmo
- Rui Veloso
- Barry White
- Sara Tavares
- Santos e Pecadores
- Zeca Afonso
- Deolinda
- Sérgio Godinho
- Edith Piaf
- Duo Ouro Negro
- José Mário Branco
- Amália Hoje
- Jacques Brel
- Boss AC
- Dulce Pontes
- Imagination
- Madredeus
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Orçamento de Estado para 2011 aprovado hoje
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Cimeira da NATO: Resultados históricos em Lisboa

- Novo conceito estratégico da Aliança Atlântica
- Cooperação com a Rússia no sistema de defesa anti-míssil na Europa
- Retirada gradual do Afeganistão
- Cooperação com a Rússia no sistema de defesa anti-míssil na Europa
- Retirada gradual do Afeganistão
De assinalar, o reconhecimento público por parte do Primeiro-Ministro José Sócrates ao bom desempenho das forças de segurança nacionais no assegurar da ordem pública durante a realização da Cimeira da Nato.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Conselho da semana
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
A Esperança saiu à rua
Era uma vez uma aldeia muito fechada sobre si própria, pequena, isolada e sempre igual, estação após estação. Até que um dia, a Esperança chegou à terra.
Assim que viram a bela desconhecida, os habitantes, com medo, fugiram para as suas casas e trancaram bem as portas. Os mais curiosos espreitavam pela janela.
A Esperança achou estranho tamanho reboliço só por causa dela, e sorridente sentou-se num banco de madeira no centro da Praça. Dali conseguia ver praticamente todas as casas da aldeia, e foi com espanto que viu abrir-se uma porta. Um miúdo, com ar decidido, aproximou-se dela.
Olhou-a nos olhos, e com um sorriso perguntou-lhe o nome, “Esperança” respondeu-lhe a bela desconhecida e o que estava ali a fazer, “A dar-me a conhecer” disse. Depois desta breve troca de palavras, instalou-se o silêncio entre eles. Ficaram a mirar-se durante largo tempo, sem dizer nada. Até que o miúdo quebrou o silêncio com estas palavras:
“De ti nada sei e no entanto pareço saber tudo a teu respeito. És a Esperança, com a tua luz, vens iluminar o nosso caminho. A partir de hoje nada vai ser igual, trouxeste-nos a mudança”.
A Esperança estava emocionada, as palavras do miúdo tinham-lhe tocado a alma. Parecia conhecê-la, e no entanto, tinham-se visto pela primeira vez.
As pessoas já os rodeavam, expectantes. Tinham perdido o medo, afinal a bela desconhecida tinha um ar tão sereno, tão doce. Estavam nestes considerandos, quando o miúdo confiante, de pé no banco de madeira no centro da Praça, disse: “Esta é a nossa Esperança. Devemos acolhê-la nos nossos corações”. Alguém gritou: “Viva” e todos o imitaram.
Mais tarde, houve quem comentasse que o miúdo possuía o dom da palavra e até quem lhe vaticinasse o futuro: este miúdo ainda vai ser político!
Assim que viram a bela desconhecida, os habitantes, com medo, fugiram para as suas casas e trancaram bem as portas. Os mais curiosos espreitavam pela janela.
A Esperança achou estranho tamanho reboliço só por causa dela, e sorridente sentou-se num banco de madeira no centro da Praça. Dali conseguia ver praticamente todas as casas da aldeia, e foi com espanto que viu abrir-se uma porta. Um miúdo, com ar decidido, aproximou-se dela.
Olhou-a nos olhos, e com um sorriso perguntou-lhe o nome, “Esperança” respondeu-lhe a bela desconhecida e o que estava ali a fazer, “A dar-me a conhecer” disse. Depois desta breve troca de palavras, instalou-se o silêncio entre eles. Ficaram a mirar-se durante largo tempo, sem dizer nada. Até que o miúdo quebrou o silêncio com estas palavras:
“De ti nada sei e no entanto pareço saber tudo a teu respeito. És a Esperança, com a tua luz, vens iluminar o nosso caminho. A partir de hoje nada vai ser igual, trouxeste-nos a mudança”.
A Esperança estava emocionada, as palavras do miúdo tinham-lhe tocado a alma. Parecia conhecê-la, e no entanto, tinham-se visto pela primeira vez.
As pessoas já os rodeavam, expectantes. Tinham perdido o medo, afinal a bela desconhecida tinha um ar tão sereno, tão doce. Estavam nestes considerandos, quando o miúdo confiante, de pé no banco de madeira no centro da Praça, disse: “Esta é a nossa Esperança. Devemos acolhê-la nos nossos corações”. Alguém gritou: “Viva” e todos o imitaram.
Mais tarde, houve quem comentasse que o miúdo possuía o dom da palavra e até quem lhe vaticinasse o futuro: este miúdo ainda vai ser político!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
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