A proposta de revisão constitucional apresentada pelo PSD, feita à medida dos interesses eleitoralistas do partido presidido por Pedro Passos Coelho, representa a morte anunciada do Estado Social, porque põe em causa a continuidade do Serviço Nacional de Saúde e do Sistema Nacional de Educação (Escola Pública).
Com a proximidade das eleições presidenciais e a possibilidade de recandidatura de Cavaco Silva, só o oportunismo político justifica a proposta social-democrata de reforço dos poderes presidenciais, da mesma forma que apenas a lamentável crença na possibilidade de rapidamente chegar à governação, pode sustentar a proposta de “moções de censura construtivas”.
E como se tudo isto não bastasse, a tentação de inscrever o neo-liberalismo na Constituição ao abrir a possibilidade de “despedimento sem razão atendível” é uma afronta para todos os trabalhadores.
O sentido de Estado e responsabilidade do novo Presidente do PSD evaporou-se, sobrepondo-se a vontade cega de chegar imediatamente ao poder, mesmo que para tal seja necessário provocar instabilidade política (leia-se eleições antecipadas), ferindo os interesses nacionais, tudo aquilo que o país não precisa, sobretudo num momento em que ainda se sofrem os pesados efeitos da crise internacional.
No meio desta “trapalhada”, os Portugueses podem continuar a contar com o Partido Socialista na defesa intransigente do Estado Social.
Com a proximidade das eleições presidenciais e a possibilidade de recandidatura de Cavaco Silva, só o oportunismo político justifica a proposta social-democrata de reforço dos poderes presidenciais, da mesma forma que apenas a lamentável crença na possibilidade de rapidamente chegar à governação, pode sustentar a proposta de “moções de censura construtivas”.
E como se tudo isto não bastasse, a tentação de inscrever o neo-liberalismo na Constituição ao abrir a possibilidade de “despedimento sem razão atendível” é uma afronta para todos os trabalhadores.
O sentido de Estado e responsabilidade do novo Presidente do PSD evaporou-se, sobrepondo-se a vontade cega de chegar imediatamente ao poder, mesmo que para tal seja necessário provocar instabilidade política (leia-se eleições antecipadas), ferindo os interesses nacionais, tudo aquilo que o país não precisa, sobretudo num momento em que ainda se sofrem os pesados efeitos da crise internacional.
No meio desta “trapalhada”, os Portugueses podem continuar a contar com o Partido Socialista na defesa intransigente do Estado Social.
2 comentários:
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