O Orçamento de Estado 2010 deve ser o resultado de uma negociação séria, responsável e transparente entre o Governo e forças partidárias com representação na Assembleia da República.
Mais do que nunca, os Portugueses precisam sentir confiança na vontade e capacidade das instituições políticas defenderem o interesse nacional e acreditar que o poder político está efectivamente ao serviço do bem comum.
Instrumento por excelência de concretização do Programa do Governo, o Orçamento de Estado deve, acima de tudo, reflectir as prioridades imediatas de Portugal:
- combater o desemprego, a pobreza e a exclusão social,
- criar emprego,
- consolidar as contas públicas.
Exige-se aos políticos – Governo e Oposição - que, munidos de abertura, flexibilidade e bom senso, cheguem a um entendimento orçamental, porque o País e os Cidadãos não se contentam com menos.
A aprovação do Orçamento de Estado será assim, um passo decisivo na criação de condições de governabilidade que permitam superar a crise económica e social que o país enfrenta.
Mais do que nunca, os Portugueses precisam sentir confiança na vontade e capacidade das instituições políticas defenderem o interesse nacional e acreditar que o poder político está efectivamente ao serviço do bem comum.
Instrumento por excelência de concretização do Programa do Governo, o Orçamento de Estado deve, acima de tudo, reflectir as prioridades imediatas de Portugal:
- combater o desemprego, a pobreza e a exclusão social,
- criar emprego,
- consolidar as contas públicas.
Exige-se aos políticos – Governo e Oposição - que, munidos de abertura, flexibilidade e bom senso, cheguem a um entendimento orçamental, porque o País e os Cidadãos não se contentam com menos.
A aprovação do Orçamento de Estado será assim, um passo decisivo na criação de condições de governabilidade que permitam superar a crise económica e social que o país enfrenta.
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