“Cada vez que olho para ti, sinto-me feliz”
Laura, sem olhar para António, sorri enigmática. De olhos fechados retém melhor o silêncio enquanto o carro os conduz pela infinitude da recta.
Na estrada do silêncio nascem as palavras de Laura “Partir é a fuga suprema do eu” e os pensamentos de António fazem-no recuar até ao deus humano que com o cilindro esmaga a solidão do mundo.
Exercício do Curso de Escrita Criativa (Nível Avançado).
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