
No Editorial do último nº. da Revista Umbigo pode ler-se a seguinte provocação:
Queremos iniciar este editorial com uma questão: onde está a contracultura no meio artístico português? Quem souber de mais um punhado de artistas nacionais verdadeiramente ousados e polémicos que nos diga onde encontrá-los. Pois, é verdade que a arte que fazemos por cá é tão boa como a arte de qualquer outra capital, mas está toda academizada. Poucos são aqueles que realmente querem falar sobre algo ou debater um assunto ou mesmo ainda criar formigueiro nos cérebros de quem a observa ou com ela interage. Pronto, eis a provocação do género toca-e-foge assumido. E agora, quem responde ao desafio? Ou teremos que continuar a procurar fora de portas sempre que quisermos ser abalados nas nossas crenças ou mesmo sair do quotidianozinho e das teorias e fórmulas filosófico-galerio-dependentes de quem só sabe pensar com o cérebro e esquece o resto do corpo? As respostas esperam-se…umbigo@umbigomagazine.com
Eu já respondi. E vocês?
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Queremos iniciar este editorial com uma questão: onde está a contracultura no meio artístico português? Quem souber de mais um punhado de artistas nacionais verdadeiramente ousados e polémicos que nos diga onde encontrá-los. Pois, é verdade que a arte que fazemos por cá é tão boa como a arte de qualquer outra capital, mas está toda academizada. Poucos são aqueles que realmente querem falar sobre algo ou debater um assunto ou mesmo ainda criar formigueiro nos cérebros de quem a observa ou com ela interage. Pronto, eis a provocação do género toca-e-foge assumido. E agora, quem responde ao desafio? Ou teremos que continuar a procurar fora de portas sempre que quisermos ser abalados nas nossas crenças ou mesmo sair do quotidianozinho e das teorias e fórmulas filosófico-galerio-dependentes de quem só sabe pensar com o cérebro e esquece o resto do corpo? As respostas esperam-se…umbigo@umbigomagazine.com
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