Num contexto de grave crise económico-financeira internacional, Portugal não podendo fugir aos seus efeitos nefastos, deve no entanto, procurar proteger-se o melhor possível.
A crise bateu à porta do país e neste momento particularmente difícil os portugueses estão a contar com o governo socialista para liderar uma resposta nacional à altura.
Foi hoje dado um importante passo nesse sentido, tendo sido aprovado na generalidade o Orçamento de Estado para o próximo ano. Os cidadãos esperam do Partido Socialista soluções para a crise, que passem pelo relançamento da actividade económica do país e da Europa, e Portugal enquanto Estado Membro tem uma importante palavra a dizer no contexto europeu.
A recente eleição do primeiro Presidente negro dos EUA, Barak Obama, reforça a esperança num mundo melhor, e o primeiro sinal dado hoje pelo futuro inquilino da Casa Branca ao dedicar a sua 1ª. Conferência de imprensa à economia, faz acreditar que o vento de mudança que sopra da América possa chegar ao velho Continente.
No entanto, a importância das questões económicas, não pode nem deve relegar para segundo plano as questões sociais que tanto preocupam os portugueses, designadamente o desemprego, a desigualdade, a pobreza e o sentimento de insegurança.
A coesão económica a par da coesão social surge assim como uma necessidade premente que urge conquistar através de passos graduais e consistentes, no sentido duma sociedade cada vez mais democrática, forte e solidária.
Cabe ao Partido Socialista não defraudar as naturais expectativas dos portugueses que olham com confiança para uma intervenção eficaz do Estado na defesa dos interesses nacionais, abrindo caminho à prosperidade económica e social.
A crise bateu à porta do país e neste momento particularmente difícil os portugueses estão a contar com o governo socialista para liderar uma resposta nacional à altura.
Foi hoje dado um importante passo nesse sentido, tendo sido aprovado na generalidade o Orçamento de Estado para o próximo ano. Os cidadãos esperam do Partido Socialista soluções para a crise, que passem pelo relançamento da actividade económica do país e da Europa, e Portugal enquanto Estado Membro tem uma importante palavra a dizer no contexto europeu.
A recente eleição do primeiro Presidente negro dos EUA, Barak Obama, reforça a esperança num mundo melhor, e o primeiro sinal dado hoje pelo futuro inquilino da Casa Branca ao dedicar a sua 1ª. Conferência de imprensa à economia, faz acreditar que o vento de mudança que sopra da América possa chegar ao velho Continente.
No entanto, a importância das questões económicas, não pode nem deve relegar para segundo plano as questões sociais que tanto preocupam os portugueses, designadamente o desemprego, a desigualdade, a pobreza e o sentimento de insegurança.
A coesão económica a par da coesão social surge assim como uma necessidade premente que urge conquistar através de passos graduais e consistentes, no sentido duma sociedade cada vez mais democrática, forte e solidária.
Cabe ao Partido Socialista não defraudar as naturais expectativas dos portugueses que olham com confiança para uma intervenção eficaz do Estado na defesa dos interesses nacionais, abrindo caminho à prosperidade económica e social.
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