
Foi com verdadeiro deleite que assisti hoje ao lançamento do novo livro do escritor chileno Luis Sepúlveda no El Corte Inglés de Lisboa.
Um “contador de histórias”, como se auto-reconhece, que encantou a sala (cheia) com a simplicidade e sensibilidade das suas palavras, que reflectem o seu espírito lutador e inconformado.
Um escritor que confessa sentir prazer na escrita, transmitindo através dela, a força e a alegria da sua “geografia sentimental”.
Treze contos compõem “A Lâmpada de Aladino” (Porto Editora/tradução de Helena Pitta), que marca o esperado regresso de Luís Sepúlveda à ficção, conforme salientou Francisco José Viegas, que apresentou o livro.
Um “contador de histórias”, como se auto-reconhece, que encantou a sala (cheia) com a simplicidade e sensibilidade das suas palavras, que reflectem o seu espírito lutador e inconformado.
Um escritor que confessa sentir prazer na escrita, transmitindo através dela, a força e a alegria da sua “geografia sentimental”.
Treze contos compõem “A Lâmpada de Aladino” (Porto Editora/tradução de Helena Pitta), que marca o esperado regresso de Luís Sepúlveda à ficção, conforme salientou Francisco José Viegas, que apresentou o livro.
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