mais uma excelente ilustração. Parabéns Mónica. aprender a ser: eis uma aprendizafem infinita que a cada dia nos convoca para nos olharmos ao espelho, vertendo e invertendo a imagem de nós mesmos, inspeccionando-nos à lupa do que mais valoramos, desejamos e sentimos sem ficarmos tolhidos pelas imagens especulares (por vezes, não raras, distorcidas ou pré-conceituosas) que os outros fabricam de nós, Gostei muito das alusões à matriz femínina da aprendizagem, a tonalidade maternal, matricial, da mãe, da mulher que nos traz a vida e nos amamenta com seu seio de brancura por onde escorre mais do que leite um afecto sem fim que entretece uma inquebrantável vinculação. Sempre surpreendente, sempre criativa. Parabéns Mónika.
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mais uma excelente ilustração. Parabéns Mónica. aprender a ser: eis uma aprendizafem infinita que a cada dia nos convoca para nos olharmos ao espelho, vertendo e invertendo a imagem de nós mesmos, inspeccionando-nos à lupa do que mais valoramos, desejamos e sentimos sem ficarmos tolhidos pelas imagens especulares (por vezes, não raras, distorcidas ou pré-conceituosas) que os outros fabricam de nós, Gostei muito das alusões à matriz femínina da aprendizagem, a tonalidade maternal, matricial, da mãe, da mulher que nos traz a vida e nos amamenta com seu seio de brancura por onde escorre mais do que leite um afecto sem fim que entretece uma inquebrantável vinculação. Sempre surpreendente, sempre criativa. Parabéns Mónika.
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