terça-feira, 2 de setembro de 2008


1 comentário:

luís filipe pereira disse...

Parabéns Mónika: mais uma deslumbrante ilustração.
como se fendas que a noite abre
para que a imite um corpo que pronlongasse as voluptuosas estrias lunares.fendas fêmeas.estrelas que se elidem na sede de permanecerem no limiar dos lábios. Explode a negritude de Eros
na iminência do redondo contacto. os fragmentos colam-se, fenda a fenda, à beira da leveza (a insustentável de Ser de Milan Kundera) longínqua do contorno.
luís filipe pereira