terça-feira, 6 de maio de 2008

O silêncio ensurdece a boca
do vazio que beija o olhar
que fala do tempo da dor
que esconde o rosto das mãos
que choram o nada.

1 comentário:

Anónimo disse...

poema depurado.que o ânimo do sonho
nunca seja demais para abraçar o rosto rumoroso da escrita. das pálpebras poéticas.
(agradeço o comentário deixado no meu blog: www.lippepereira.blogspot.com e o convite mantém-se: domingo às 17 h: museu nacional de arqueologia, lançamento de livro.)Parabéns pelo blog.