
O que nos mata devagarinho por dentro é não viver a loucura do momento, é a angústia de não experimentar o fruto proibido, é a melancolia da saudade de um beijo, é o abismo da paixão impossível.
O que nos mata devagarinho por dentro são os sonhos desfeitos no caminho da vida.
O que nos mata devagarinho por dentro é o vazio provocado por um desejo apagado, é a negação da vontade escondida num olhar, é a impotência para agarrar a beleza perdida no tempo.
O que nos mata devagarinho por dentro é a ausência da aventura de ser.
1 comentário:
O que nos mata devagarinho por dentro é a incompreensão do "Ser" amado nos momentos em que a angústia e a solidão tomam conta de nós.
A falta de afecto demonstrada pelos entes queridos corrói a alma faz adoecer o corpo-reduz a vida-.
Lutar para que isso não aconteça faz reduzir o que de mais belo temos dentro de nós-SESIBILIDADE-
Enviar um comentário