
Será que por se nascer mulher tem-se à partida o destino traçado? Ou será que a mulher pode fazer as suas próprias escolhas?
Será que a mulher tem de seguir pelo caminho pré-determinado no “roteiro feminino” ou pode criar o seu próprio rumo?
Saliento as “Conclusões” de um trabalho denominado "Mitos sobre a Feminilidade" que realizei em Outubro de 2005, no âmbito de um Curso de Formação de Formadores em Igualdade de Oportunidades:
É fundamental “desmistificar”, questionar e reflectir permanentemente sobre a igualdade de género, para poder contribuir pessoal e colectivamente para a abolição de todos os mecanismos que reproduzem as desigualdades entre mulheres e homens.
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