terça-feira, 14 de outubro de 2008

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

“O Caderno de Saramago” – Eduardo Lourenço

Para ler “a história destas fotografias”, clicar aqui

Criatividade partilhada

Foto de LFB

Curso de Escrita Criativa das Produções Fictícias.
Para acompanhar os “próximos capítulos”, visite o blog: http://hojenaohabolinhos.blogspot.com/

RIA


Colóquio Internacional: Olhares sobre a Mulher e o Feminino no Centenário de Simone de Beauvoir, 13 e 14 de Outubro


Organizado pelo Centro de Estudos de Filosofia (CEFi) e o Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (CECC), da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa.

Para saber mais sobre esta iniciativa, clicar aqui

PRÉMIO LEYA: Vencedor será conhecido a 14 de Outubro


O vencedor da 1ª edição do Prémio Leya, no valor de 100 mil Euros e que distinguirá um romance inédito escrito em língua portuguesa, será anunciado amanhã, ao final da tarde (18h30).

O Júri encontra-se na fase final da sua análise às obras seleccionadas de entre as 422 recebidas pela Leya.

O nome do premiado será anunciado pelo Presidente do Júri logo após o término da última reunião, na terça-feira à tarde, na presença dos restantes membros do Júri bem como do Director-Coordenador de Edições Gerais da Leya, João Amaral, Secretário do Prémio.

Para o final do dia seguinte, 15 de Outubro, está marcada a apresentação internacional do vencedor, numa recepção que terá lugar no stand do grupo Leya, na Feira do Livro de Frankfurt, um dos mais representativos eventos internacionais do universo editorial.

Membros do Júri do PRÉMIO LEYA: de Portugal, Manuel Alegre (Presidente) e Nuno Júdice, ambos escritores, e José Carlos Seabra Pereira, Professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra; de Angola, o escritor Pepetela; de Moçambique, Lourenço do Rosário, Reitor do ISPU de Maputo; do Brasil, Carlos Heitor Cony, escritor e jornalista, e Rita Chaves, crítica literária e professora da Universidade de São Paulo.

1ª. Maratona Fotográfica da Fábrica da Pólvora

domingo, 12 de outubro de 2008

PRÉMIOS LITERÁRIOS DO P.E.N. CLUBE PORTUGUÊS (29ª. Edição)


Obras editadas em 2007, nas modalidades de
Poesia, Ensaio, Novelística e Primeira Obra.

Poesia
Helder Moura Pereira, Segredos do Reino Animal (Assírio & Alvim) e
Daniel Jonas, Sonótono (Cotovia).
Júri: Fernando Guimarães, Fernando J. B. Martinho e Francisco Belard.

Ensaio
José Vitorino de Pina Martins, História de Livros para a História do Livro (Fundação Calouste Gulbenkian) e
António M. Machado Pires, Luz e Sombras no Século XIX em Portugal (IN-CM).
Júri: António Cândido Franco, Eugénio Lisboa e Maria João Reynaud.

Ficção
Jaime Rocha, Anotação do Mal (Sextante)
Júri: Fernando Dacosta, Isabel da Nóbrega e Teresa Salema.

Primeira Obra
Francisco Camacho, Niassa (Babilónia) e
Maria Helena Santana, Literatura e Ciência na Ficção do Século XIX (IN-CM).
Júri: A Direcção do PEN.


Fonte e mais informações: site do P.E.N. Clube Português

WebOpera – Siegfried de Richard Wagner


Transmissão de ópera online e em directo.

Para saber mais, visite o site do Teatro Nacional de S. Carlos

MAR

Reflexo do céu, espelho da lua, e lágrima de sal.

sábado, 11 de outubro de 2008

Raiva contida


Que pena sermos empurrados sempre para o que é igual e não para o diferente. Fala-se em imaginação, em criatividade mas nada disso é efectivamente valorizado. O que se pretende é um igualitarismo massificado, nada mais. Senão vejamos: se temos um gosto diferente do usual, se apreciamos um filme ou um livro pouco comum somos incompreendidos e marginalizados. A singularidade cede lugar à banalidade. Porque dá trabalho tentar compreender e sobretudo aceitar o outro. E cada um de nós olha para o outro com desconfiança, principalmente quando não encaixa no padrão de ser que nos serve de referência.
Como se cada um de nós fosse obrigado a ser igual aos demais em tudo. Acredito e defendo que os direitos e as oportunidades devem ser comuns a todos mas aquilo que somos verdadeiramente deve ser único e singular. Não podemos ter vergonha de discordar de uma opinião, só porque muitos a defendem. Não podemos deixar de dizer o que pensamos só porque não corresponde ao pensamento generalizado. Não podemos preocuparmo-nos em ser o que esperam de nós em vez de assumir aquilo que realmente somos. Quando há coincidência, óptimo. Mas quando tal não acontece, instala-se a inquietude, o desassossego que nos conduz ao abismo e à angústia da rejeição. Afinal, quem é que não deseja ser respeitado e amado?